Quando em excesso, o alumínio pode ser responsável por desencadear problemas mentais (demência, Alzheimer, etc.) e até autismo em bebês ainda no ventre da mãe. Além disso, podem causar fadiga crônica, dificuldade de concentração, depressão, ansiedade, insônia, tosse excessiva, entre outros.
Sabe-se que o alumínio afeta os sistemas hematopoiético (responsável pela formação de células sanguíneas), nervoso e o ósseo, podendo causar anemia, aluminose (contaminação de alumínio nos pulmões), osteoporose, entre outros efeitos adversos à saúde.
O calor leva partículas do alumínio a passar para a comida, o que pode ser bastante perigoso. Excesso de alumínio no corpo afeta e enfraquece as células dos ossos, dificultando a absorção de cálcio, que fica se acumulando no sangue e atrapalha o funcionamento da paratireoide.
“Pesquisas provaram que a quantidade de alumínio liberada pelas panelas é muito pequena, incapaz de ter esse efeito devastador sobre a saúde”, afirma Daniel Magnoni, cardiologista e nutrólogo do Hospital do Coração e do Instituto Dante Pazzanese, de São Paulo.
No entanto, o alumínio não é classificado como substância carcinogênica pelo The International Agency on Research on Cancer (IARC) e, segundo dados fornecidos pelo Instituto Nacional de Câncer dos Estados Unidos, não foram mencionadas pesquisas que pudessem evidenciar tal correlação.
O alumínio não é tóxico como metal, não magnético, e não cria faíscas quando exposto a atrito. O alumínio puro possui tensão de cerca de 19 megapascal (MPa) e 400 MPa se inserido dentro de uma liga.
Essa capacidade de conduzir temperaturas altas, aliada a um contato acidental com a pele, por exemplo, pode causar graves queimaduras. Além disso, um pequeno incêndio pode ter início a partir desse fenômeno, o qual pode se alastrar rapidamente pelo material e, pior, pela cozinha.
Quando o alumínio é ingerido, via alimento, sua toxicidade aguda é baixa pois, em pessoas saudáveis, a maior parte do alumínio absorvido é excretado pelos rins. No entanto, em pessoas que sofrem de problemas renais, esse processo de excreção não funciona bem o suficiente, o que ocasiona um acúmulo de alumínio no corpo.
Comer grandes quantidades de alimentos processados contendo aditivos de alumínio ou frequentemente cozinhar alimentos ácidos em panelas de alumínio pode expor uma pessoa a níveis mais altos de alumínio (…).
A suplementação com SilanoX é indicada para ajudar na eliminação de excesso de alumínio e outros metais pesados do organismo e prevenção de doenças neurodegenerativas; e para melhorar a densidade mineral óssea.
Apesar de permitido pela ANVISA, o desodorante com alumínio faz mal pra saúde da sua pele e do seu corpo. Esse material entope os poros das axilas, impedindo que você transpire naturalmente, além de poder ser absorvido pela pele e ir parar na corrente sanguínea.
Orégano, alecrim, tomilho, gengibre, açafrão, canela e coentro são algumas das ervas que podem ajudar a remover metais pesados. Alimentos ricos em vitamina C, água e sementes como linhaça e chia, também são ótimos aliados dos processos de desintoxicação. Bebidas detox são uma ótima pedida nessa etapa.
O contato com a água salgada, por exemplo, pode resultar em pequenos orifícios que vencem a camada protetora de óxido. O alumínio também será corroído se for exposto a ambientes alcalinos, embora seja mais resistente a ácidos, podendo suportar refrigerantes com pH menor do que três.
Quais os sintomas de excesso de alumínio no corpo?
Os principais sinais e sintomas da intoxicação alumínica são a anemia hipocrômica e microcítica, a neurotoxicidade aguda (agita- ção, confusão mental, mioclonia e convulsão), a encefalo- patia dialítica (distúrbios da marcha e fala, apraxia motora, alucinações auditivas e visuais) e a doença óssea relacio- nada ao ...
Os efeitos danosos ocorrem quando o alumínio se desprende da panela: sais de alumínio são hidrossolúveis e produzem um cloreto tóxico que afeta o estômago. - Os fatores que vão influenciar a transferência do alumínio para o alimento são três. O primeiro é o teor de água do alimento.
Metais são certamente o material mais comum que pode gerar faíscas devido ao mecanismo que EnterTheMan descreveu, mas qualquer material que atenda aos critérios certos (pirofórico, capaz de formar lascas de alta área superficial, etc.)
São dados, para o alumínio, os seguintes valores: calor específico = 0,22 cal/g . °C; calor latente de fusão = 95 cal/g; temperatura de fusão = 660 °C.
Se não for excretado ou removido, o alumínio se acumula no sangue, onde se liga a proteínas como a albumina, e rapidamente chega a todo o organismo. A sobrecarga pode levar a um acúmulo do metal no cérebro e nos ossos, gerando encefalopatia, que pode causar uma demência distinta do Alzheimer, e osteodistrofia.
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Cozinhar em panelas de alumínio pode causar Alzheimer?
No entanto, segundo a Associação Brasileira do Alumínio, “muitas pesquisas demonstram que não existe nenhuma evidência para considerar o alumínio, fator de risco para a doença de Alzheimer ou a causa da demência”. 👩🍳 Compartilhe este post para dissipar esse mito e promover a segurança e o conhecimento na cozinha! 🍽️✨