Resumo sobre Jesus Cristo Sua atuação como profeta religioso levou ao surgimento de uma nova religião: o cristianismo. Alguns historiadores acreditam que ele teria sido o líder de um movimento revolucionário na Palestina.
O que nos diz o Evangelho? Jesus não falou de templos, nem de conventos, nem organizou uma religião como a que temos. Se o Evangelho tem razão, recordemos o que Jesus disse a uma mulher samaritana. O que não nos deixa dúvidas é que Jesus afirma que a adoração a Deus não está associada a um lugar determinado.
Quem é Jesus Cristo? Jesus Cristo, do ponto de vista histórico, foi um profeta judeu que viveu na Palestina, no século I d.C. A mensagem desse profeta teria sido responsável por dar origem a uma nova religião: o cristianismo — maior religião do planeta, atualmente.
Entre as religiões da Antiguidade que ainda são praticadas até os dias de hoje, o Hinduísmo é a mais antiga, afinal a Sanatana Dharma, como é chamada por seus adeptos, tem registros de fundação por volta de 2300 a.C., como explica a enciclopédia de história.
A religião deixada por Jesus não tinha nome, nem nacionalidade. Ele frequentava as sinagogas judaicas. Isto não quer dizer que está errado dar nome a uma igreja a fim de que a mesma seja identificada.
O que a Bíblia diz sobre religião? - Além da Bíblia #2
Qual religião Cristo criou?
Resumo sobre Jesus Cristo
Sua atuação como profeta religioso levou ao surgimento de uma nova religião: o cristianismo. Alguns historiadores acreditam que ele teria sido o líder de um movimento revolucionário na Palestina.
Em termos técnicos, o cristianismo é uma religião monoteísta que há cerca de dois mil anos se derivou do judaísmo na região do Oriente Médio. Sua figura central é a de Jesus, que se acredita ser o Filho de Deus, a encarnação humana da própria Divindade.
Outros historiadores acreditam que a primeira religião Monoteísta foi o Zoroastrismo. Fundada pelo profeta Zoroastro, essa corrente surgiu na Pérsia durante o século VI a.C.
As origens dos protestantes. A corrente religiosa conhecida no Brasil como evangélica deriva de um movimento que começou oficialmente em 1517. Naquele ano do século 16, o monge católico e teólogo alemão Martinho Lutero pregou na porta de uma igreja em Wittenberg (Alemanha) suas "95 Teses".
Cristo deixou-nos o cristianismo em sua forma pura; com o decorrer dos anos, infelizmente algumas das doutrinas de Jesus foram deixadas de lado por influência do paganismo (especialmente a guarda do sábado, o sono da alma na morte e a não adoração de imagens).
A Igreja ensina que seu fundador é Jesus Cristo. O Novo Testamento registra vários eventos considerados essenciais para o estabelecimento da Igreja Católica, incluindo as atividades e o ensino de Jesus e sua nomeação dos apóstolos como testemunhas de seu ministério, sofrimento e ressurreição.
A Igreja Católica Apostólica Romana possui a verdade, e a verdade precisa ser dita, ser conhecida por todos. Portanto, este trabalho, embora modesto, propõe demonstrar que a Igreja Católica é a depositária da verdade deixada por Jesus Cristo.
É isso o que dá valor ao culto e à prática dos preceitos". Esta palavra de Deus concedeu a nós através dos Evangelhos, como uma das sínteses de toda a Mensagem Cristã: "a verdadeira religião consiste no amor a Deus e ao próximo.
Jesus era judeu, nascido de mãe judia. Foi circuncidado no oitavo dia, de acordo com a lei judaica (Lucas 2,21), e se considerava um judeu fiel às suas origens. Seus ensinamentos derivam das leis e das tradições judaicas com as quais Jesus se criou e que jamais negou.
Chama-se a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (ver D&C 115:4). Cristo é o cabeça da Igreja hoje, assim como nos tempos antigos. O Senhor disse que ela é “a única igreja verdadeira e viva na face de toda a Terra, com a qual eu, o Senhor, me deleito” (D&C 1:30).
Jesus estabeleceu Sua Igreja quando esteve na Terra. Ela foi chamada de Igreja de Jesus Cristo (ver 3 Néfi 27:8), e os membros foram chamados de santos (ver Efésios 2:19–20).
Monoteísmo. O monoteísmo (do grego: μόν£ος, transl. mónos, "único", e θεός, transl. théos, "deus": único deus) é a crença na existência de apenas um deus.
De acordo com o Catecismo da Igreja Católica, a eclesiologia católica professa que a Igreja Católica é a "única Igreja de Cristo" - isto é, a única igreja verdadeira definida como "una, santa, católica e apostólica" nas Quatro marcas da Igreja no Credo Niceno.
Muitas pessoas acham que Jesus foi católico, outras pessoas acham que Jesus não tinha religião, mas Jesus tinha sim religião. Tanto ele como Maria como os apóstolos eram judeus. No entanto, eles entenderam qual era o sentido do Judaísmo, que era proteger.
Jesus era um bom israelita que praticava a lei de Moisés, mas ainda dentro de sua fé foi um iconoclasta que já atacava preceitos chave do judaísmo como o respeito ao sábado.