Foi um cristão devoto, mas pouco ortodoxo, que rejeitava, em particular, a doutrina da Trindade. Também se recusava a receber ordens sagradas da Igreja da Inglaterra, o que era incomum para um membro da faculdade de Cambridge da época.
Desse modo, Isaac Newton se situava clandestinamente na posição herética tanto para a Igreja Católica como para a Igreja Anglicana (protestante), da qual era um crente fervoroso, pois considerava o dogma da Santíssima Trindade como una corrupção alheia ao cristianismo primitivo.
Puritano radical, Newton seguia o arianismo, doutrina que considerava Jesus Cristo um intermediário entre Deus e os homens. Essa visão é contrária à da Igreja Católica, que tem como símbolo máximo de Deus a Santíssima Trindade (“Pai, Filho e Espírito Santo”).
Hawking se descrevia como ateu. Em algumas ocasiões, usou a palavra "Deus" em seus livros e discursos, mas, segundo ele próprio, no sentido metafórico e relativo.
Albert Einstein afirmou “Eu acredito no Deus de Spinoza”. Ele não acreditava num Deus pessoal que se preocupasse com o destino e as ações dos seres humanos, uma visão que ele descreveu como ingênua. Ele ratificou, entretanto, que “não sou ateu”, preferindo chamar a si mesmo de agnóstico, ou de “descrente religioso”.
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Quais cientistas eram cristãos?
Aliás, ao olharmos em retrospectiva para a história da ciência, vemos que a grande maioria dos cientistas era cristão: Francis Bacon, Galileu Galilei, Blaise Pascal, Robert Boyle, Isaac Newton, Johannes Kepler, Michael Faraday, Louis Pasteur, Gregor Mendel, Georges Lemaître, Werner Heinsenberg, Robert Boyd, Denis ...
Albert Einstein acreditava em um Deus totalmente destoante do conceito pregado pela maioria das igrejas ocidentais e monoteístas. Acreditava em um Deus que se manifestava nas formas da natureza e na complexidade da vida.
Todos os seus biógrafos concordam que ao morrer, em abril de 1882, era [Darwin] um agnóstico, se não um ateu. Quando exatamente a fé foi perdida é matéria de debate. Ao desembarcar do Beagle em outubro de 1836, havia deixado de acreditar nos fatos descritos da Bíblia como verdadeiros.
Uma das mais marcantes figuras para este ateísmo contemporâneo, para muitos autores visto como a mais importante, é o padre francês Jean Meslier, nomeado por diversos autores utilizados neste trabalho como “O Primeiro Ateu” de forma explícita, no sentido estrito e filosófico do termo.
Newton, apesar de não ter sido maçon, desempenhou um papel significativo no cenário intelectual dessa época, influenciando muitos dos fundadores da Grande Loja, que ficou conhecida como a Grande Loja de Londres e Westminster*.
Galileu era religioso, mas sabia que a Bíblia não era um livro científico. Para ele, a religião tinha mais a ver com comportamento moral e ético. Einstein, por outro lado, acreditava no Deus de Spinoza. Ele admirava e reverenciava a existência do Universo e das leis que o regiam.
Einstein atravessou então um período "místico" que o levou até a compor e cantar hinos religiosos. Por influência de leituras de livros científico-filosóficos que efectuou no início da adolescência, Einstein abandonou definitivamente a religião tradicional, tanto a judaica como a católica.
Religião. Entre os interesses de estudo de Newton esteve o latim, o grego e a Bíblia. As profecias bíblicas sempre lhe interessaram, e ele acreditava na ação de Deus na vida humana e na natureza em geral. Embora cristão, em muitas oportunidades, contestou as práticas da Igreja Católica.
Hawking. Stephen Hawking (1942-2018) era conhecido por seu ateísmo declarado. Ele via o Universo regido apenas por leis físicas, sem a necessidade de uma intervenção divina. Em várias ocasiões, o inglês expressou sua visão sobre a inexistência de um criador divino.
Embora explicasse a origem da vida e a formação das diferentes espécies de uma forma diferente daquela descrita na Bíblia, Lamarck não era ateu. Ele acreditava na existência de um Deus, mas colocava este Deus fora do processo natural.
Por que Darwin foi criticado pela Igreja Católica?
A restrição de religiosos a Darwin acontece porque a teoria do britânico, ao defender a evolução dos seres vivos por meio da seleção natural, prescinde de um criador para explicar a origem das diferentes espécies.
Ele dizia que não acreditava nas religiões, MAS não as refutavam. Ele que era critico do niilismo por dizer que não faz sentido dizer não a tudo. Por ele não acreditar nas religiões nem acusa-las de falsa, então, ele nem acreditava nem desacreditava.
"A palavra Deus não é para mim mais que a expressão e resultado da fraqueza humana, a Bíblia é uma coleção de lendas veneráveis, mas primitivas", dizia Einstein no texto do documento posto hoje à venda, que foi enviado ao filósofo alemão Eric Gutkind.
A discussão filosófica no ocidente da existência de Deus começou com Platão e Aristóteles, que formularam argumentos que hoje podem ser classificados como cosmológicos.
Ele declarou: “Antes de entendermos a ciência, é natural acreditar que Deus criou o universo. Mas agora a ciência oferece uma explicação mais convincente. O que eu quis dizer por 'nós conheceríamos a mente de Deus' é que nós saberíamos tudo que Deus saberia se Deus existisse, mas não existe. Sou ateu.”