Embora não se tenha um relato direto na Bíblia sobre o Ziz, ele é mencionado em "Amanhã descereis contra eles; eis que sobem pela ladeira de Ziz, e os achareis no fim do vale, diante do deserto de Jeruel." (2 Crônicas 20,16).
Ziz é um termo que, em contextos religiosos e teológicos, refere-se a uma criatura mítica mencionada na literatura judaica e, por extensão, em algumas tradições cristãs. A palavra é frequentemente associada a uma ave gigantesca, que, segundo algumas interpretações, é um símbolo de proteção e poder divino.
Na mitologia hebraica, Ziz foi criada para governar o ar, e proteger todas as aves menores de predadores, além de criar outros pássaros sem precisar chocar ovos.. Também é conhecida por seu canto celestial, comparado com o lamento da Fênix.
Como Leviatã, Behemoth e Ziz eram frequentemente vistos como uma tríade de bestas que dominavam o mar, a terra e o céu, eles eram frequentemente agrupados. Nas escrituras, quando o Behemoth é mencionado, também há menção de "feras do campo", que eram interpretadas como pássaros, daí a adição do Ziz.
Embora não se tenha um relato direto na Bíblia sobre o Ziz, ele é mencionado em "Amanhã descereis contra eles; eis que sobem pela ladeira de Ziz, e os achareis no fim do vale, diante do deserto de Jeruel." (2 Crônicas 20,16).
Uma criatura podesora e indomável para o homem, mas que está debaixo do controle de Deus. A autoridade e sabedoria de Deus é inquestionável, a melhor reposta do homem é a de Jó 42:1-6.
Há dois animais gigantes que Deus criou, chamados de Leviatã e Behemoth, além de um monstro marinho misterioso de nome Rahab. O próprio Satanás, sem dúvida, é uma figura monstruosa da teologia judaica e cristã.
Beemote ou Behemoth (em hebraico transcrito como בהמות, Bəhēmôth, Behemot, B'hemot; em Árabe بهيموث, Bahīmūth, ou بهموت, Bahamūt) é uma criatura descrita na Bíblia, no livro de Jó, 40:15–24.
Em Jó, vemos como até as criaturas mais impressionantes são dominadas pelo Criador. Isso nos lembra que não há desafio ou "monstro" em nossa vida que Deus não possa controlar.
As proles de Ziz demonstram grandes capacidades sobre a eletricidade, sendo capaz de poder criar, modelar e manipular energia elétrica (de qualquer tipo, seja divina ou não divina), especialmente sprites e jatos azuis, raios e principalmente trovões.
Supõe-se que o nome é uma desdenhosa modificação judaica de Baal-Zebul 'Senhor da casa alta' (Mt 10: 25 ) e também 'Senhor da mosca da esterqueira'. Não deixa de ser natural tal designação, visto como são numerosas as moscas nos climas quentes, sendo certo, também, que os egípcios fizeram do escaravelho um deus.
O Livro de Jó (capítulos 40 e 41) aponta a imagem mais impressionante do Leviatã, descrevendo-o como o maior (ou o mais poderoso) dos monstros aquáticos.
A Bíblia não fala diretamente sobre os dinossauros,mas ela diz que Deus 'criou todas as coisas', o que com certeza inclui os dinossauros. * (Apocalipse 4:11) Embora não mencione os dinossauros, a Bíblia,fala de grupos de animais, em que eles talvez estejam incluídos: “Grandes animais marinhos”, ou “monstros”
Como representação do Mal, aparece frequentemente como um dragão dotado de muitas cabeças criado por Deus para demonstrar o Seu poder supremo, que tudo cria e tudo vence, e acaba por ser derrotado por Javé (Salmos), depois do Leviatã se revoltar contra Ele juntamente com o mar – que é considerado o seu meio ambiente, ...
Assim Deus criou os grandes monstros do mar, e todas as espécies de seres vivos que em grande quantidade se movem nas águas, e criou também todas as espécies de aves. E Deus viu que o que havia feito era bom.
Deus tirou tudo de Jó, depois devolveu tudo em dobro! Vai doer, vai machucar, vai te destruir, você vai achar que não vai aguentar, mas no final, Deus honra! Deus virou o cativeiro de Jó, basta crer que o Senhor pode mudar a sua história. “Tudo que pedires crendo em oração receberias”.
3 Eu o Senhor a guardo, e a cada momento a regarei; para que ninguém lhe faça dano, de noite e de dia a guardarei. 4 Já não há ira em mim. Quem poria sarças e espinheiros diante de mim na guerra?
Na Bíblia, o número 40 simboliza desafios e provações. Foram 40 anos dos israelitas no deserto, 40 dias de jejum de Jesus, e 40 dias de dilúvio. Após cada um desses períodos, o número 41 surge como o marco de uma nova fase — o fim das dificuldades e o início de uma renovação.