Mas você deve estar pensando: é pecado sentir raiva? A raiva em si, como emoção que descrevi acima, não é pecado, porém, seus desdobramentos é que podem se encaminhar para isso. A ira, ao ser alimentada pelos vários sentimentos, poderá, então, desequilibrar-nos.
A ira está ligada ao orgulho (saiba mais), que é a rejeição da Soberania de Deus sobre a nossa vontade. É um exercício interessante notar que o pecado da ira, na maioria das vezes, está relacionado a um sentimento de contrariedade por alguma vontade não satisfeita.
Existem sete coisas que o SENHOR Deus detesta e que não pode tolerar: o olhar orgulhoso, a língua mentirosa, mãos que matam gente inocente, a mente que faz planos perversos, pés que se apressam para fazer o mal, a testemunha falsa que diz mentiras e a pessoa que provoca brigas entre amigos.
Sejamos intencionais em viver Filipenses 4:6-9: 💡”Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, por meio da oração e da súplica, com ação de graças, apresentem os seus pedidos a Deus.
Nem o impulso nem o transtorno são pecados, mas somente o hábito, resultante de um consentimento com o impulso. Na verdade, o impulso da ansiedade, embora possa adoecer, é necessário para nossa sobrevivência, porque ele é o instinto de que nós não contornamos o futuro — o que é total verdade.
OLHOS altivos, LÍNGUA mentirosa, MÃOS que derramam sangue inocente, o CORAÇÃO que maquina pensamentos perversos, PÉS que se apressam a correr para o mal, A TESTEMUNHA falsa que profere mentiras, E O QUE SEMEIA CONTENDAS ENTRE IRMÃOS. Provérbios 6:16-19.
– Os movimentos da ira podem ser desordenados e constituir pecado, de dois modos, como dissemos. – Primeiro, quanto ao que é desejado; assim quando se deseja uma vindicta injusta. E então a ira é genericamente pecado mortal, por contrariar à caridade e à justiça.
A ira pode ser lícita quando é motivada por uma justa indignação contra o mal. Por isso, Santo Tomás considera que nem toda ira é considerada pecado mortal. A gravidade do pecado da ira depende da intensidade e das consequências das ações que ela provoca.
Todas as emoções podem trazer consequências positivas ou negativas. No caso da raiva, é mais frequente que ela traga consequências negativas, justificando sua fama de emoção indesejável. Quando uma pessoa está com raiva, ela pode agir de forma que contradiz seus próprios interesses.
Levítico 19:17-18 NVI. “Não guarde ódio no coração contra o seu irmão; antes, repreenda com franqueza o seu próximo para que, por causa dele, você não sofra as consequências de um pecado. “Não se vingue nem guarde rancor contra alguém do seu povo, mas ame ao seu próximo como a você mesmo. Eu sou o SENHOR.
Existem sete coisas que o SENHOR Deus detesta e que não pode tolerar: o olhar orgulhoso, a língua mentirosa, mãos que matam gente inocente, a mente que faz planos perversos, pés que se apressam para fazer o mal, a testemunha falsa que diz mentiras e a pessoa que provoca brigas entre amigos.
É tradicional a interpretação de que as passagens de Mc 3,28-29, Mt 12,31-32 e Lc 12,10 retratam a “blasfêmia contra o Espírito santo” como o pecado impossível de perdoar: o “pecado imperdoável”.
– Gritaria; – Blasfêmias; – Malícia. Divertimentos que são impróprios: “Mais que qualquer outra coisa, estão os divertimentos contribuindo para anular a operação do Espírito Santo, e o Senhor é ofendido” (Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes, p.
As emoções são neutras. É por isso que afirmamos que a raiva não é pecado. O pecado exige uma escolha, algum tipo de decisão (contra Deus, contra o amor). Mas, diante da raiva nós não temos escolha: ela simplesmente se impõe a nós.
E ele faz um contraste disso com a ansiedade que se deveria sentir idealmente em agradar ao Senhor (1 Coríntios 7.32). Então uma certa forma de ansiedade não é pecado. Mas a ansiedade que é livre de pecado não o é por alguma desculpa mental ou física, mas sim porque a natureza dessa ansiedade é diferente.
É claro que, para os palavrões constituírem pecado, é necessário que sejam proferidos com pleno conhecimento e pleno consentimento. A raiva ou um grande aborrecimento diminuem a responsabilidade moral e a gravidade da falta, porque tornam mais difícil conter o fluxo de palavras grosseiras que vêm à mente.
Neste contexto, o problema da ansiedade, em primeiro lugar, é um pecado da idolatria. Pois, a ansiedade é fruto de colocar a confiança que é devida a Deus em qualquer outro lugar que não seja Ele8. Além disso, a ansiedade é, também, o fruto da falta de confiança na soberania e na bondade de Deus9.
Para combater o sentimento de ódio, a precaução pode começar já na maneira como a pessoa se alimenta, buscando o equilíbrio na alimentação, fugindo dos excessos com bebidas etc. Se a pessoa tem um temperamento instável, ela precisa de auxílio de terceiros para lhe trazer novamente ao equilíbrio psíquico.
A masturbação provê alívio sexual e uma pessoa sexualmente satisfeita não comete pecados sexuais tal como uma pessoa farta não incorre em gula. Além disso, a pessoa propriamente educada sabe que não deve ter sexo antes de estar casado, logo a educação tem um papel fundamental na conduta sexual.