Quando seu irmão morreu, lutou novamente para recuperar a Valáquia, e assim o fez, no entanto, por um breve período, pois as tropas otomanas retornaram. Vlad III morreu lutando contra os turcos em 1476 e sua cabeça foi enviada a Constantinopla para exibição, acabando assim com o seu abominável reinado.
De acordo com as "fontes mais confiáveis", o exército de Vlad, de cerca de 2 000 homens, foi encurralado e destruído por uma força turco-Bassarabe de 4 000 homens perto de Snagov. As circunstâncias exatas de sua morte não são claras.
As evidências sugerem que o príncipe empalador pode ter tido problemas respiratórios e de pele, além de uma doença rara que o fazia chorar lágrimas de sangue. Vlad III foi voivoda, título que simboliza a mais alta patente militar, da região de Valáquia e viveu no sul da Romênia em meados de 1400.
O final do clássico de Bram Stoker deixa algo sinistro no ar. Van Helsing e seus companheiros conseguem matar o Conde Drácula e livrar Mina Harker das garras de seu poder maligno.
Segundo algumas estimativas, foi responsável pela morte de mais de 80.000 pessoas durante a sua vida – uma grande percentagem delas por empalamento. A crueldade de Vlad III era real, mas a sua reputação como vilão espalhou-se pela Europa no século XV graças à imprensa escrita, cuja ascensão coincidiu com o seu reinado.
Vlad provavelmente morreu no fim de dezembro de 1476, quando havia acabado de iniciar seu terceiro mandato como governante, em meio a um confronto com as forças turcas e do seu rival romeno, Basarab 3° Laiotá.
Sem distinção, homens, mulheres, crianças e até bebês foram brutalmente assassinados. Apesar de toda a sua violência, Vlad III não foi páreo para o recém-chegado exército otomano, que contava com cerca de 150 mil soldados. A vitória de Maomé II e Radu foi rápida, mas seu irmão não foi morto.
O sobrenome romeno de Vlad III era Dracuela, que significa algo próximo de “filho do dragão”. Isso porque seu pai, Vlad II, pertencia a uma seita religiosa cujo símbolo era o dragão. Por essa razão, Vlad III também ficou conhecido como Vlad Dracul¹ ou, simplemente, Drácula.
Elisabetha era a esposa do alquimista e estrategista da Igreja Mathias Cronqvist, ela era descrita como uma mulher tão pura e irrepreensível, e um dia ela morreu devido a uma doença. Após a morte repentina de Elisabetha, Mathias ficaria com cicatrizes para o resto da vida.
A Valáquia é uma província histórica da Romênia, que por diversas vezes esteve em luta contra as forças do Império Otomano. A Romênia era formada desde a Idade Média pelos principados da Valáquia, da Moldávia e da Transilvânia.
Empalamento ou empalação (do latim palus, estaca ou mastro) é um método de tortura e execução que consistia na inserção de uma estaca que atravessasse o corpo do torturado (podendo ser, em alguns casos particularmente sádicos, pelo ânus, vagina, ou através de qualquer outra parte do corpo), até à morte do torturado.
Ele participa de uma visita noturna guiada sobre Vlad Tepes, o "verdadeiro" Drácula. "Ele era um príncipe da Romênia, mas não era um vampiro", diz este estudante que acompanha o grupo com uma lanterna na mão, sob o céu tempestuoso de Forchtenstein, no leste da Áustria.
Por isso Vlad II era chamado Dracul (dragão), e, por consequência, seu filho passou a ser chamado Draculea (filho do dragão) — a terminação "ea" significa filho.
Vlad and Niki é um canal do YouTube que apresenta os irmãos russos nascidos nos Estados Unidos Vladislav Vashketov (nascido em 26 de fevereiro de 2013), Nikita Vashketov (nascido em 4 de junho de 2015), Christian Vashketov (nascido em 11 de setembro de 2019) e Alice Vashketova.
O personagem Conde Drácula foi inspirado no príncipe romeno Vlad III. O nobre sustentava o título de Dracul, o Filho do Dragão. Ele se tornou muito conhecido por utilizar métodos cruéis contra seus inimigos como mutilações, decapitações e empalamentos. Não poupava nem mulheres, nem crianças.
A ele são atribuídas ainda novas lendas e até sarcófagos longe do país de origem, a Romênia. Oficialmente, está em Nápoles o túmulo do dono de um cartório que viveu em Nápoles no século XV, mas os símbolos esculpidos no mármore sugeririam outras hipóteses.
Em Vampiro: A Máscara, Caim, o "Pai Sombrio" é considerado ser o primeiro vampiro. Ele pode ser identificado com o personagem bíblico, Caim, que é mencionado no Livro do Gênesis. Antes da formação da Camarilla, muitos vampiros se referiam a si próprios como "Cainitas" em reconhecimento a sua origem.
Segundo o censo romeno de 2011, nesse ano a Transilvânia tinha 6 789 250 habitantes, distribuídas da seguinte forma: 70,62 romenos, 17,92% húngaros, 3,99% ciganos, 0,63% saxões (alemães) e 0,49% de outras etnias.
Apesar de ter resistido bravamente durante anos – o que evitou que os turcos avançassem por aquela região da Europa – ele acabou derrotado pelos otomanos. Não sem antes ter matado, de forma cruel, dezenas de milhares deles, e construído uma reputação tão eterna quanto a pós-vida de um vampiro.
Drácula se passa na Transilvânia, região da Romênia onde fica a cordilheira dos Cárpatos, com montanhas sombrias perfeitas para o clima de mistério imaginado pelo escritor. Na floresta ao pé dos Montes Cárpatos, fica o castelo de Bran, conhecido como Castelo de Drácula.
Vlad Dracula vinha passando por sérias dificuldades financeiras. Morreu aos 67 anos, vítima de um tumor no cérebro. Ele deixou seu filho Drácula Jr., de apenas um ano de idade, o último da linhagem do Conde Vlad.
Na Moldávia e Valáquia, voievod significa o chefe do exército, em oposição ao domn (castelão), que era o líder administrativo e é um termo originário da palavra do latim dominus, significando senhor ou mestre.
A Queda de Constantinopla foi o evento histórico que resultou na conquista da cidade de Constantinopla pelos otomanos liderados por Mehmed II, sultão do Império Otomano. A conquista da cidade de Constantinopla aconteceu em 29 de maio de 1453, sendo o evento que marcou o final do Império Bizantino.