A leitura do braille por deficientes visuais é feita por meio do tato. Assim, passando os dedos da esquerda para a direita em pontos distribuídos em grupos. Cada parte do texto é dividida em três colunas com até seis pontos cada uma.
Do ponto de vista Educacional, podemos dizer que pessoas cegas apresentam ausência total de visão até a perda da projeção de luz. Seu processo de aprendizagem se dá através dos sentidos remanescentes (tato, audição, olfato, paladar) e utilizam o Sistema Braille no processo de aquisição de leitura e de escrita.
Braille – Para ler e escrever, as pessoas cegas dispõem do sistema de pontos em relevo mais utilizado em todo o mundo, que é o sistema braille. Ele foi desenvolvido pelo francês Louis Braille e a versão mais conhecida data de 1837.
Segundo a União Mundial de Cegos - que representa aproximadamente 253 milhões de pessoas com deficiência visual de organizações em mais de 190 países -, cerca de 5% das obras literárias no mundo são transcritas para braille. Isso nos países desenvolvidos. Nos países mais pobres, essa porcentagem é 1%.
A escrita Braile para cegos é um sistema de símbolos no qual cada caractere é um conjunto de 6 pontos dispostos em forma retangular, dos quais pelo menos um se destaca em relação aos demais.
A leitura do braille por deficientes visuais é feita por meio do tato. Assim, passando os dedos da esquerda para a direita em pontos distribuídos em grupos. Cada parte do texto é dividida em três colunas com até seis pontos cada uma.
Braille: o sistema de leitura e escrita dos deficientes visuais. Em 4 de janeiro, é comemorado o Dia Mundial do Braille. O sistema foi criado em 1825 pelo francês Louis Braille e se tornou universal, possibilitando que as pessoas com deficiência visual de todos os países consigam escrever e ler.
Mesmo o Braille sendo um sistema muito conhecido para a leitura, ele apresenta um processo mais complicado em sua escrita. Quase todas as pessoas podem ler o sistema Braille, mas poucos podem escrevê-lo.
Deficiência visual e leitura de documentos digitais e impressos. Pessoas com deficiência visual podem ler em Braille ou usar leitor de telas, navegando com teclado. Pessoas com baixa visão podem ainda ler impressos ampliados, usar a visão residual, recursos de alto contraste e ampliadores de telas.
Para ler Braille, portanto, a pessoa utiliza os dedos para tocar os pontos em relevo e interpretar os caracteres. Na leitura unimanual, o leitor utiliza apenas um dedo (geralmente o indicador) de uma das mãos para percorrer o texto Braille.
Braille é um sistema de leitura através de pontos em relevo que podem ser lidos com os dedos por pessoas cegas ou com baixa visão. O Braille não é uma língua e, sim, um código pelo qual muitos idiomas – como português, inglês, espanhol, árabe, chinês e dezenas de outros – podem ser escritos e lidos.
De forma sintética, podemos dizer que ledor é aquela pessoa que se dispõe a realizar leituras para aqueles que não podem ler. Segundo os dicionários, o ledor é aquele que lê ou que tem o hábito de ler. Por isso, esta palavra "ledor" é sinônima de "leitor".
“Depois de quase 15 dias de aula conseguimos escrever em braille com facilidade. O processo de leitura é um pouco mais difícil principalmente pelo fato de não sermos deficientes visuais, nós nos guiamos pela visão, mas com o tempo e prática vamos aprender a ler por meio do tato”, explica Farias.
Os resultados indicaram que os participantes que se tornaram cegos mais tardiamente tiveram pior desempenho na avaliação da autenticidade emocional. O ser humano pode expressar espontaneamente as suas emoções, como rir e chorar, mas pode também regulá-las e controlá-las voluntariamente.
“Os deficientes visuais, para aprender, necessitam do Braille, para ter acesso a toda forma de conhecimento”, destacou o ministro da Educação, Mendonça Filho.
Sempre acompanhada da punção, a reglete é um dos primeiros instrumentos criados para a escrita braille. A ferramenta foi apresentada pela primeira vez em 1837 por Louis Braille e conta com uma prancha em MDF, um fixador de papel e um encaixe nas laterais para que o acessório seja colocado.
Algumas percebem luz, vultos e contrastes, mas não distinguem cores. Entre as pessoas totalmente cegas, há as que deixaram de enxergar ao longo da vida. Algumas mantêm as memórias visuais, mas outras as perdem. Há também as que nunca viram e não se deve pensar que estas veem preto.
O braille é um sistema de escrita e leitura tátil para as pessoas cegas inventado pelo francês Louis Braille, ele mesmo cego aos três anos de idade devido a um acidente que causou a infecção dos dois olhos.
A simbologia braile utilizada e sua aplicação devem considerar as especificidades do idioma de um país e acompanhar a evolução linguística e cultural das sociedades. Por meio de um acordo de cooperação, em 2001, Brasil e Portugal elaboraram a 1ª versão da Grafia Braille para a Língua Portuguesa.
O Sistema Braille baseia-se em 6 pontos, dispostos numa estrutura matricial de duas colunas e três linhas, possibilitando a configuração de 63 sinais simples, além do espaço em branco.
A Libras é a língua de sinais brasileira utilizada pelas pessoas surdas, e o Braille é o código que proporciona a leitura para o deficiente visual. Assim, este trabalho objetivou verificar o impacto da utilização de oficinas práticas de Libras e Braille, visando a utilização destes como ferramenta de inclusão social.
Pessoas que enxergam também podem aprender braile para ajudar a apoiar amigos, familiares ou colegas de trabalhos com deficiência visual. Para isso, a Universidade de São Paulo (USP) disponibiliza o curso online gratuito “Braille Virtual”.
Peça para a criança para encontrar a letra diferente. Escreva o nome dele/dela e coloque uma palavra diferente no meio; pedindo para encontrar tal palavra, da mesma maneira exemplificada com as letras. Sugira à criança ditar uma história sobre um acontecimento. Escreva o que ela diz e faça a versão em braille.
O adulto que nasceu deficiente visual, ou adquiriu essa deficiência mais tarde, sempre pode aprender mui- to graças à linguagem oral e gestual, ao pensamento abs- trato, aos símbolos etc.
É considerada portadora de deficiência visual quando apresenta acuidade visual igual ou menor que 20/200 no melhor olho, após a melhor correção, ou campo visual inferior a 20º (tabela de Snellen), ou ocorrência simultânea de ambas as situações (art. 3º, I e II, combinado com art.