Acredita-se que a doença tenha surgido no Oriente e se espalhado pelo mundo por tribos nômades ou por navegadores, como os fenícios. Também conhecida como lepra ou mal de Lázaro, antigamente a enfermidade era associada ao pecado, à impureza, à desonra.
Ainda hoje, discute-se se a hanseníase é de origem asiática ou africana. Conhecida há mais de três ou quatro mil anos na Índia, China e Japão, já existia no Egito quatro mil e trezentos anos antes de Cristo, segundo um papiro da época de Ramsés II (Serviço Nacional de Lepra, 1960).
A hanseníase é uma doença crônica, causada pela bactéria Mycobacterium leprae, que pode afetar qualquer pessoa. Caracteriza-se por alteração, diminuição ou perda da sensibilidade térmica, dolorosa, tátil e força muscular, principalmente em mãos, braços, pés, pernas e olhos e pode gerar incapacidades permanentes.
A hanseníase é uma das enfermidades mais antigas do mundo. No século 6 a.C. já havia relatos da doença. Supõe-se que a enfermidade surgiu no Oriente e, de lá, tenha atingido outras partes do mundo por tribos nômades ou navegadores.
A lepra pode se desenvolver em qualquer idade. A idade avançada é um fator de risco para a lepra, mas a infecção parece se desenvolver mais frequentemente em pessoas com idades entre 5 e 15 anos ou mais de 30 anos.
Proponho que as experiências sejam feitas infectando-se mosquitos escolhidos entre as espécies que picam facilmente. O mosquito noturno comum, Culex quinquefasciatus, é especialmente suspeito de transmitir a lepra, mas não se presta muito bem para experiências porque só pica às escuras.
O diagnóstico precoce, o tratamento oportuno e a investigação de contatos que convivem ou conviveram, residem ou residiram, de forma prolongada com pacientes acometidos por hanseníase, são as principais formas de prevenção.
A hanseníase, antigamente conhecida como lepra, é uma doença que, não deveria, mas ainda é motivo de muita preocupação da Organização Mundial da Saúde (OMS), principalmente em países tropicais como o Brasil. O país é o segundo com mais casos de hanseníase no mundo, atrás apenas da Índia.
O tratamento original da hanseníase era o antibiótico dapsona, que se descobriu ser eficaz contra a bactéria nos anos 1940. Antes dele, a doença era incurável. Mas, nos anos 1960, a droga já estava perdendo a eficácia. Atualmente, existem diversas opções mais eficientes, particularmente o antibiótico rifampicina.
“O contato com tatus é considerado fator de risco para desenvolvimento de hanseníase nos Estados Unidos”, afirma a médica. Ela lembra que o mesmo não acontece no Brasil. E pior: aqui a caça e o consumo da carne de tatu são práticas comuns, apesar de crime ambiental.
Prevenção: Não há uma vacina específica para prevenir a hanseníase. No entanto, a vacina BCG, normalmente aplicada no nascimento para prevenir tuberculose, também reduz o risco de hanseníase, pois os agentes causadores de ambas as doenças são semelhantes.
Nos dias de hoje, a hanseníase ainda é uma doença endêmica em diversos pontos do País. No entanto, há anos não acontecem campanhas em massa para esclarecimento sobre a doença.
Compare a Purificação da Lepra com a Purificação de Nossos Pecados. Como a lepra era bastante visível e envolvia a deterioração ou corrupção do corpo, ela servia como excelente símbolo do pecado. O pecado corrompe a pessoa espiritualmente do mesmo modo que a lepra a corrompe fisicamente.
A hanseníase, ou lepra, é classificada em diferentes tipos, de acordo com a forma como o organismo reage à bactéria causadora da doença. Entre esses tipos, pode-se destacar: hanseníase tuberculóide, hanseníase virchowiana, hanseníase dimorfa e hanseníase indeterminada.
A hanseníase, também conhecida por lepra, nome que não é hoje utilizado em virtude da carga de preconceito que o cerca, é a doença infectocontagiosa mais antiga de que se tem registro.
Hanseníase é uma infecção crônica geralmente causada pelo bacilo Mycobacterium leprae álcool-ácido resistente ou M. lepromatosis estreitamente relacionado. Esses organismos têm um tropismo único para nervos periféricos, pele e membranas mucosas do trato respiratório superior.
Apesar das manifestações clínicas ocorrerem na pele e no sistema nervoso periférico, a transmissão acontece por via respiratória, a partir de contato próximo e prolongado com gotículas de saliva eliminadas na fala ou secreções nasais do indivíduo infectado.
A LepVax é a primeira vacina específica para hanseníase a ser testada em território brasileiro, e o Instituto foi escolhido como centro clínico devido à sua atuação científica nos estudos sobre a doença.
O contágio com essas bactérias costuma acontecer pelo contato direto com as feridas e machucados que surgem na pele do paciente como consequência da doença, além do contato com secreções (especialmente a nasal) e objetos da pessoa.
O que é? A tuberculose é uma doença infecciosa e transmissível que afeta prioritariamente os pulmões, embora possa acometer outros órgãos e/ou sistemas. A doença é causada pelo Mycobacterium tuberculosis ou bacilo de Koch (em homenagem ao Dr. Robert Koch, descobridor da causa da doença).
Para os hebreus a lepra, como era chamada, era considerada uma maldição, um castigo divino, citada inclusive pela bíblia. O estigma, a discriminação com a doença e com quem sofre a ação em seu corpo, foram construídos pela associação do termo lepra às deformidades causadas ao paciente.
A pessoa se queima ou machuca sem perceber. Dor e sensação de choque, fisgadas e agulhadas ao longo dos nervos dos braços e das pernas, inchaço de mãos e pés. Diminuição da força dos músculos das mãos, pés e face devido à inflamação de nervos, que nesses casos podem estar engrossados e doloridos.
Embora a Hanseníase seja curável, alguns pacientes podem desenvolver lesões neuropáticas permanentes, com dificuldade do restabelecimento pressórico, isto é, caso apresente problemas com a pressão arterial durante a doação, poderia haver dificuldade no restabelecimento.