O incenso, a naveta e o turíbulo A naveta é um recipiente em forma de navio e que serve para levar o incenso durante as celebrações. É sempre acompanhada por uma pequena colher, que serve para deitar o incenso sobre as brasas acesas. O turíbulo pode ser considerado como “uma esfera cortada ao meio”.
A incensação é sempre feita com a mão direita, elevada. A mão esquerda deve ficar abaixo ou junto ao peito. A incensação não precisa ser feita com movimentos bruscos, basta que sejam feitos claramente os ductos e os ictos. A naveta deve ser pegada com a mão direita e a mão esquerda deve ser mantida junto ao peito.
Na missa, o diácono recebe da mão do acólito a naveta meio aberta, com a colher que nela está, e apresenta a naveta ao presidente da celebração. Este benze o incenso com o sinal da cruz, sem dizer nada.
Uma naveta é um objeto litúrgico, em forma de barco, utilizada para o transporte do incenso destinado a ser queimado no turíbulo em cerimónias religiosas de igrejas cristãs.
- Lave-os sempre com água corrente, sabão neutro e esponja macia; - Use flanela seca para retirar as marcas feitas pelos dedos; - O uso de produtos abrasivos, oxidantes e corrosivos põe em risco a conservação da peça.
Se a cruz está sobre o altar ou junto dele, é incensada antes da incensação do altar; aliás, é incensada quando o sacerdote passa diante dela. O sacerdote incensa as oblatas com três ductos do turíbulo, antes de incensar a cruz e o altar, ou fazendo, com o turíbulo, o sinal da cruz sobre as oblatas".
10 agosto, 2021. Turíbulo ou incensário é o objeto litúrgico onde se queima incenso em Missas Solenes ou Exposição do Santíssimo. Um dos presentes oferecidos ao menino Jesus, o incenso é uma resina de origem oriental, extraída de árvore e que, ao contato com o fogo, produz fumaça branca e perfumada.
Ostensório ou custódia, é uma peça de ourivesaria usada em actos de culto da Igreja Católica Apostólica Romana para expor solenemente a hóstia consagrada sobre o altar ou para a transportar solenemente em procissão.
Você sabia que cada parte do turíbulo(onde se coloca o incenso) tem um significado especial? Vamos aprender juntos? ▪️O anel fixo no topo representa Deus, que é a cabeça da Igreja. ▪️O anel móvel representa a descida de Cristo dos céus para a nossa salvação.
Naveculário ou Naveteiro: É o acólito ou seja o naveculário responsável por segurar a naveta cujo objeto serve como um recipiente dos incensos a serem postos no turíbulo.
Só existem duas formas de realizar a Incensação: os ictos (movimento único do turíbulo com uma pausa entre eles e não sucessivos) e o ductos (movimento duplo consecutivo do turíbulo com uma pausa se for realizado mais ductos)[2].
“O turíbulo é utilizado principalmente nas missas solenes. É um objeto que queima o incenso com a simbologia de que nossas orações subam aos céus, assim como a fumaça do turíbulo, que também sobe aos céus”, explicou o Missionário Redentorista, Fr.
O incenso (resina aromática que é queimada em brasas) não é usado para “atrair bons fluídos”, mas como símbolo da oração da Igreja (Ap 5,8 e 8,3-5) que sobe à presença de Deus: “Suba minha oração como incenso na tua presença; a elevação das minhas mãos, como sacrifício vespertino” (Sl 141,2).
A naveta é um recipiente em forma de navio e que serve para levar o incenso durante as celebrações. É sempre acompanhada por uma pequena colher, que serve para deitar o incenso sobre as brasas acesas.
A incensação do altar faz-se com simples ictus do seguinte modo: a) se o altar está separado da parede, o sacerdote incensa-o em toda a volta; b) se o altar não está separado da parede, o sacerdote incensa-o primeiro do lado direito e depois do lado esquerdo.
A Instrução Geral do Missal Romano (IGMR) diz o seguinte sobre o uso do incenso: §75. O pão e o vinho são depostos sobre o altar pelo sacerdote, acompanhados das fórmulas prescritas. O sacerdote pode incensar os dons colocados sobre o altar, depois a cruz e o próprio altar.
E o que significa quando o incenso enrola? Algumas tradições espirituais interpretam isso como um sinal de energia presente no ambiente, indicando purificação ou a presença de forças espirituais. Outras interpretações veem isso como um reflexo de uma energia complexa ou a resposta a orações e intenções.
O celebrante (bispo ou presbítero) e o povo incensam-se com três ductos. Chama-se ducto cada uma das oscilações que se imprimem ao turíbulo, para diante e para trás; chama-se icto cada um dos impulsos dados ao turíbulo, para a frente, ao andar à roda do altar. Um colaborador do SNL.
Quanto a higienização das alfaias sagradas, quando necessário, a orientação é que antes da lavagem cada peça deve ser enxaguada por uma vez depositando a água numa planta, por exemplo, para só depois serem, de fato, lavadas.
De facto, ele pode usar-se em vários tipos de celebrações e em diversos momentos de cada celebração (na procissão de entrada, nos ritos iniciais, na proclamação do Evangelho, na preparação dos dons, na consagração, na procissão final), ou só nalguns destes momentos..., ou então pode também não se usar em nenhum deles.
Uma curiosidade sobre a simbologia católica é o uso do incenso na missa, mais do que um gesto bonito o incenso simboliza as orações dos fiéis subindo ao céu como descrito no salmo cento e quarenta e um, suba a minha oração como incenso diante de ti.