A causa exata da acalásia não é conhecida, mas acredita-se que ocorra devido a danos nos nervos do esôfago, impedindo o relaxamento do esfíncter esofágico inferior durante a deglutição, o que dificulta a entrada de alimentos no estômago, que ficam parados no esôfago, provocando sua dilatação e aumentando sua pressão.
A acalasia é o resultado de uma disfunção dos nervos (a denominada denervação) que controlam as contrações rítmicas do esôfago. Geralmente, a causa dessa denervação é desconhecida, mas suspeita-se de causas virais e autoimunes.
O tratamento normalmente consiste em dilatação pneumática com balão ou miotomia do EEI; pacientes que não são candidatos a esses tratamentos podem receber injeções de toxina botulínica tipo A.
Causas não tão frequentes são danos ao esôfago após ingesta de substâncias cáusticas, anéis (finas camadas de tecido excessivo), câncer do esôfago, cicatrizes após radioterapia ou algum problema com a motilidade do órgão (a maneira como a musculatura esofágica trabalha).
ACALASIA - O QUE É, CAUSAS, SINTOMAS, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO - FISIOPATOLOGIA - GASTROENTEROLOGIA
Quais são os sintomas da acalasia grave?
A acalasia evolui com uma dilatação progressiva, dificultando a passagem do alimento do esôfago para o estômago. Assim, os sintomas da acalasia incluem dificuldade para engolir, regurgitação, dor no peito e emagrecimento. A regurgitação ocorre quando os alimentos engolidos ficam “trancados” no esôfago dilatado.
Quais são os sintomas de que o esôfago está fechando?
Estenose de Esôfago. Entre os principais sintomas da estenose estão: engasgos, dificuldade de engolir (disfagia) ou a deglutição dolorosa (odinofagia). Trata-se do estreitamento (diminuição do calibre) do esôfago, dificultando ou impedindo que a saliva e os alimentos progridam até o estômago.
A manometriaesofágica é o melhor exame para diagnosticar a acalasia. 3) Esofagrama: esse exame permite avaliar o movimento de um contraste, nesse caso, bário, no estômago e no esôfago. Isso é possível por meio de estudos com raios X.
Para pacientes com acalasia, é importante adotar uma dieta que minimize o risco de obstrução do esôfago e facilite a passagem dos alimentos para o estômago. Isso geralmente envolve evitar alimentos secos, duros ou fibrosos que possam ficar presos no esôfago, optando por opções mais macias e fáceis de engolir.
Flávio Ivano, explica as diferenças e o tratamento da acalasia e do megaesôfago. A acalasia ocorre na dificuldade de passagem do alimento. O esfíncter esofágico inferior não relaxa normalmente, levando à uma obstrução na junção entre o esôfago e estômago, causando a dilatação do órgão conhecida como megaesôfago.
O tipo I é a mais comum, por isso também é conhecida como clássica. O relaxamento do EEI é incompleto, não há presença de peristalse ou de pressurização esofágica. Esse subgrupo apresenta o segundo melhor prognóstico, com 56% de boas respostas aos tratamentos.
Acalásia é uma expressão oriunda do grego, resultante da combinação entre a (privado de), khálasis (relaxamento) e ia (qualidade), significando uma privação ou prejuízo na qualidade do relaxamento.
A acalásia é uma doença rara do esôfago caracterizada pela dificuldade de passagem de alimentos e líquidos do esôfago para o estômago, devido à falha do relaxamento do esfíncter esofágico inferior e à perda de peristaltismo no esôfago.
Na rede privada, o procedimento custa em média R$ 15 mil. A acalasia pode acometer pessoas em qualquer faixa etária e possui progressão gradual ao longo dos anos.
Estenose do esôfago é geralmente um problema mecânico, que pode ser tratada com o alongamento (dilatação). Isto pode ser feito de diferentes maneiras. Balões dilatadores: a dilatação do esôfago pode ser feita usando balões durante a endoscopia.
O câncer de esôfago não causa sintomas em seu estágio inicial. Dificuldade de deglutição, perda de peso e dor no peito são alguns dos sintomas principais. Consumo de bebidas muito quentes, alcoólicas e tabagismo são fatores de risco.
1. Devagar, contraia os músculos do esfíncter com tanta força quanto conseguir. Segure a contração por pelo menos cinco segundos, e então, relaxe por pelo menos 10 segundos. Repita pelo menos cinco vezes.