Os antigos incas do Peru adoravam a Lua como uma deusa. Esta civilização chamava o satélite natural de Mama Quilla o qual, segundo suas crenças, chorava lágrimas prateadas. Os eclipses lunares, por sua vez, aconteciam quando um animal, como uma cobra, por exemplo, atacava Mama Quilla.
Na mitologia Romana, a Lua é chamada de Luna, e esta origem Latina prevalece nas línguas Latinas modernas ainda hoje: Luna em Espanhol e Italiano, Lune em Francês, Lua em Português, Lună em Romeno, para citar alguns exemplos.
O nome dela é Lua! A palavra vem do latim Luna, que na mitologia romana era o nome da deusa relacionada ao satélite que orbita o planeta Terra. A deusa ligada ao astro também existia na mitologia grega. Por lá se chamava Selene, mas esse nome não pegou.
O termo em português Lua tem origem no latim Luna. Outro termo menos comum é selene, derivado do grego antigo selene (Σελήνη), de onde o prefixo "seleno-" (como em selenografia) derivou-se.
Essa Lua primordial era bem diferente de nosso satélite atual, pois ainda estava em estado de fusão, ou seja, era formada de magma não solidificado, que, com o tempo, foi se cristalizando. A Lua também girava muito mais rápido do que hoje.
Cada mês lunar possuía, alternadamente, 29 ou 30 dias. Os egípcios também montaram inicialmente um calendário baseado nos ciclos lunares, como os babilônios.
Theia é o nome dado ao planeta que, de acordo com a Hipótese do grande impacto, colidiu com a Terra, dando assim origem à Lua. Segundo esta hipótese, Theia formou-se por acreção planetária dentro da mesma órbita da Terra, mas a aproximadamente 150 milhões de quilómetros (1 UA), no ponto lagrangiano L4.
Em Hindu, a Lua é chamada de चांद (chaand), Maan em Africâner e Inyanga em Zulu. Em Chinês e Japonês, a Lua é representada pelo mesmo logograma 月, que é pronunciado tsuki em Japonês e iuê em Mandarim. Dar nomes coloquiais para objetos celestes é uma prática anterior à denominação pela ciência.
Selene, ou Selena (em grego: Σελήνη, Selíní, "lua"), no mito grego, era a personificação da lua. Ela é filha do titã Hiperião com a titânida Téa, e irmã de Hélio, personificação do sol, e de Éos, personificação do alvorecer. O equivalente de Selena no mito romano era Luna. Selene e Endimião.
Os romanos foram mais modestos: chamavam a Lua de Diana, protetora da caça e da noite. Entre os povos da Mesopotâmia, ela era a deusa Sin, que mais tarde foi substituída por Ishtar, na Babilônia.
Terra. Nosso planeta, o terceiro da fila no Sistema Solar, se chamava Gaia, entidade titânica grega que representa a terra. Aí, os romanos escolheram batizá-lo em homenagem à deusa Terra, geradora de todos os deuses. A inspiração foi a fertilidade do planeta.
O nome Lua tem sido utilizado em diferentes culturas ao redor do mundo e possui um significado simbólico que remete à luz noturna, beleza e poder feminino. O nome Lua tem uma presença significativa em diversos países, especialmente em regiões de influência latina e espanhola.
A Lua (SELENE) é a deusa grega que representa todas as fases da Lua. Selene, vem de selas, significando luz e claridade. É filha dos titãs Hiperion e Téia (deusa da luminosidade), ambos filhos de Urano (deus Céu). Irmã de Hélio (Sol) e de Eos (Aurora).
SELENOFILIA: Pessoas sentem algo extremamente forte pela lua, e aos poucos admitem está obcecados, e por fim declaram o seu imenso amor por ela. Isso se chama SELENOFILIA que quer dizer amor e fascinação pela Lua.
De acordo com o site da Nasa, a agência espacial americana, o termo "superlua" foi criado pelo astrólogo Richard Nolle, em 1979, para se referir a uma lua nova ou cheia que ocorre quando a Lua está a 90% ou menos de sua aproximação máxima da Terra.
A cor verdadeira do Sol é branca. A luz, do ponto de vista ondulatório (onda eletromagnética), pode apresentar diferentes comprimentos de onda, abrangendo desde as ondas de rádio e o infravermelho, passando pela luz visível, até o ultravioleta, raios X e os raios gama.
Como a maior parte do espaço interplanetário dentro do nosso sistema está longe do Sol, que é a única estrela e principal fonte de calor, sabemos que as temperaturas são extremamente baixas.
Quespisiquis. Quespisiquis (em grego clássico: Chespisichis), também chamado Consu (Khonsu) ou Quensu (Khensu), é um antigo deus egípcio cujo papel principal está associado à lua. Seu nome significa "viajante" e isto pode referir-se a viagens noturnas da lua no céu.
Suas quatro fases são: Nova, Crescente, Cheia e Minguante. Elas têm duração aproximada de sete dias. Já suas chamadas fases intermediárias são: Quarto Crescente, Crescente Gibosa, Minguante Gibosa e Quarto Minguante.
Para os índios tupis-guaranis, por exemplo, o surgimento da Lua estava ligado ao mito da criação da noite. Segundo essa lenda,era sempre dia nas aldeias – o sol ia do leste ao oeste e depois retornava, sem nunca se pôr. Até que um dia, um homem tocou no frágil Sol para saber como ele era, e ele se quebrou.
Não se sabe ao certo como a lua se originou, mas existem inúmeras teorias que relatam seu aparecimento em órbita. A teoria mais aceita hoje diz que a lua se formou através de uma colisão entre o planeta Terra e um corpo do tamanho de Marte, há aproximadamente 4,6 bilhões de anos.
Restos do planeta Theia estão nas profundezas do manto da Terra; veja os detalhes. Um novo estudo trouxe luz a uma dúvida que permanecia entre os cientistas desde a década de 1980. Na epoca, geofísicos descobriram dois aglomerados de material desconhecido no centro da Terra.
Os gregos a nomearam o planeta de Gaia, entidade titânica que representa a terra. Já os romanos escolheram a palavra Telo para representar a Terra. O nome atual tem mais de mil anos, é de origem germânica e significa “solo”.