Os beduínos representam cerca de 10% dos habitantes do Oriente Médio e têm o nome derivado das palavras árabes al bedu (“habitantes das terras abertas”) ou al beit (“povo da tenda”). O mais provável é que essa cultura tenha surgido ainda na Antiguidade, no norte da atual Arábia Saudita.
Os beduínos são originários do deserto Sírio e do deserto da Arábia, mas espalharam-se pelo resto do mundo árabe na Ásia Ocidental e no Norte de África após a propagação do Islã.
O deserto simboliza a hostilidade, que na Bíblia representa a ocasião em que Deus põe a prova o seu povo, afim de aperfeicoá-lo (Sl 78; 95, 107). Isto serve para nos recordar que a nossa vida esta totalmente nas mãos do Senhor, e que neste mundo hostil dependemos exclusivamente Dele para sobreviver.
Espécie de clichê visual da região, os beduínos são nômades que vivem principalmente nos desertos encaixados entre o norte da África e territórios da Arábia Saudita, Jordânia, Síria e Iraque.
Os tuaregues são um grupo étnico da região do Saara que falam uma língua berber. Estes nômades do deserto do Saara cruzam as terras de areia montados em camelos. Vivem numa terra onde assuntos como vida e morte são sempre preponderantes.
Maioritariamente muçulmanos, são os principais habitantes da região sahariana do norte da África, distribuindo-se pelo sul da Argélia, norte do Mali, Níger, sudoeste da Líbia, Chade e, em menor número, em Burquina Fasso e leste da Nigéria. Podem ser encontrados, todavia, em praticamente todas as partes do deserto.
Os beduínos representam cerca de 10% dos habitantes dos territórios desérticos do Norte de África e do Médio Oriente. São nómadas e vivem do que a terra lhes oferece. Com uma existência milenar, muito pouco urbanos, podem ser considerados, com as devidas especificidades, como os "ciganos" do deserto.
O Deserto Arábico ocupa a maior parte da Península Arábica. O Deserto Arábico é um deserto quente que possui superfície de 2.330.000 km² e está situado na Península Arábica, estendendo-se por oito países: Arábia Saudita, Iêmen, Kuwait, Iraque, Jordânia, Catar, Omã e Emirados Árabes Unidos.
A história de Omã começou a ser escrita milhares de anos atrás no deserto, por seus habitantes mais antigos, os beduínos. Eles levam uma vida simples, andam de camelo e ainda precisam do peixe para sobreviver.
Os desertos são habitats de uma grande variedade de seres vivos. De mamíferos a insetos, répteis e pássaros, esse tipo de ecossistema abriga animais e plantas resilientes, versáteis e que se adaptam facilmente a condições adversas, ou seja, também conseguem sobreviver em outros climas.
Os beduínos são considerados nômades porque a maior parte dessa população não tem habitação fixa, eles vivem se deslocando entre as regiões para realizar suas atividades diárias, como o pastoreio e também a comercialização de mercadorias.
Qual é o significado da Rosa do Deserto na Umbanda?
Rosa-do-deserto é símbolo de boas energias e ajuda espiritual! Há crenças de que essa flor maravilhosa consiga proporcionar clareza mental, gerar mais gentileza, tolerância e até mais amor e atenção.
No deserto vivem basicamente beduínos e tuaregues. Os beduínos são nômades que vieram para o local há quase 1.500 anos. Os tuaregues são semi-nômades que se definem como homens livres. Vivem da agricultura e, no passado, eram também comerciantes que controlavam as caravanas do deserto.
Os tuaregues são um grupo étnico da região do Saara, da Argélia e do norte do Mali, do Níger, do sudoeste da Líbia e do Chade. Falam Línguas berberes e preservaram uma escrita peculiar, o tifinar. Os tuaregues são uma civilização bem curiosa.
E este é o yakhchal ou ''poço de gelo'' persa. Estes grandes silos serviam não só para preservar gelo e neve natural do inverno durante o verão, como também produzir gelo através da solidificação em madrugadas frias pela via da vaporização da água.
O Senhor pôs os filhos de Israel à prova no deserto por quarenta anos — O fato de terem comido maná lhes ensinou que o homem vive pela palavra de Deus — Suas vestes não envelheceram — O Senhor os castigou — Se eles servirem outros deuses, perecerão.
A Tentação de Cristo é um episódio da vida de Jesus relatado nos evangelhos sinóticos (Mateus 4:1–11, Marcos 1:12,13 e Lucas 4:1–13) no qual, após ter sido batizado por João Batista, Jesus jejuou por quarenta dias e noites no deserto da Judeia. Durante este período, o Diabo apareceu para tentá-Lo.