A pessoa narcisista, geralmente, possui uma postura arrogante e insolente em relação aos outros. Por conta disso, são vistos como pessoas com dificuldade em sentir empatia. Eles estão preocupados demais com os próprios problemas para demonstrar empatia ao próximo.
Narcisismo: Excesso de amor próprio. Amar-nos a nós próprios é imprescindível! Porém, é necessário termos limites para esse amor, porque gostarmos demais de nós pode ter os seus sérios inconvenientes e apelidar-se de narcisismo.
Já a autoestima está mais ligada a como você se vê e se valoriza, é aquele sentimento de satisfação pessoal que varia de acordo com as situações e conquistas. Cultivar os dois é essencial para uma vida equilibrada e feliz.
A pessoa com transtorno de personalidade narcisista é sensível e se chateia com as críticas alheias e com o fracasso, o que faz com que ela se sinta humilhada e derrotada. Ela pode reagir com raiva ou desprezo, ou pode contra-atacar violentamente.
De acordo com uma matéria do jornal El País, um narcisista nunca irá se identificar com os traços narcisistas. Ou seja, ele nunca admitirá que sofre com tal transtorno. “Para a pessoa narcisista, as aspirações nunca são desmedidas. Se são o centro das atenções, é porque merecem.
Como se chama uma pessoa que só se importa com ela mesma?
Uma pessoa egocêntrica não consegue demonstrar empatia, ou seja, não consegue colocar no lugar do outro, porque está constantemente ocupado com os seu "eu" e com os seus próprios interesses. Um indivíduo egocêntrico é também egoísta, porque pensa só em si ou pelo menos pensa em si mesmo em primeiro lugar.
Pessoas narcisistas são caracterizadas por um excesso de amor próprio, falta de empatia e necessidade constante de admiração. Eles tendem a se preocupar apenas consigo mesmos e a manipular os outros para atender às suas necessidades. É importante buscar ajuda profissional para lidar com esse comportamento.
Desmistificando Termos Populares: Um dos aspectos mais preocupantes é a propagação de termos como “narcisista cerebral”, “narcisista somático”, “narcisista sedutor” e “narcisista espiritual” em artigos de psicologia popular, para os quais não há evidências substanciais na literatura acadêmica revisada por pares.
Psicopatia, sociopatia ou transtorno da personalidade antissocial é um comportamento caracterizado pelo padrão invasivo de desrespeito e violação dos direitos dos outros que se inicia na infância ou começo da adolescência e continua na idade adulta.
Hipocrisia é o ato de fingir ter crenças, virtudes, ideias e sentimentos que a pessoa na verdade não possui, frequentemente exigindo que os outros se comportem dentro de certos parâmetros de conduta moral que a própria pessoa extrapola ou deixa de adotar.
Amor próprio é a consideração que temos por nosso próprio bem estar e felicidade. É cuidar de si mesmo com a mesma dedicação e gentileza que oferecemos aos outros. Significa valorizar-se, respeitar suas próprias necessidades e não se sacrificar excessivamente pelo bem dos outros.
Em Mateus 22:39 (ARC), Jesus afirma: “E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” Este mandamento segue imediatamente após o maior mandamento de amar a Deus, indicando que nosso amor pelo próximo é uma expressão natural do amor divino em nossas vidas.
Esse fenômeno pode estar relacionado à forma como percebemos a nossa própria imagem e ao desejo de conexão e afeto. Muitas vezes, essa sensação pode ser uma projeção de nossas próprias necessidades emocionais, onde o desejo por amor e reconhecimento se reflete nas interações.
No entanto, diferentemente da história mitológica, quando nos referimos a alguém como sendo narcisista significa que essa pessoa, com significativas dificuldades na regulação da autoestima, apresenta uma perturbação da personalidade narcisista, com investimento exagerado na sua própria imagem e com comprometimento do ...
“Durante um surto psicótico o paciente pode apresentar alucinações, delírios, ansiedade, agressividade, pensamento ou comportamento desorganizado e, geralmente, a pessoa apresenta um discurso confuso, incoerente, narrando uma história que não existe, alterando pensamento e comportamento”, esclarece.
O transtorno de personalidade narcisista é uma condição psiquiátrica complexa, que provoca no indivíduo um padrão generalizado de grandiosidade (sentem-se superiores aos outros), necessidade de atenção constante e adulação, além de falta de empatia. Esses comportamentos costumam causar relacionamentos conturbados.
"Narcisistas tendem a monopolizar as conversas, buscar constantemente elogios e admiração, não demonstrar empatia pelos outros, explorar as pessoas em benefício próprio e ter dificuldade em aceitar críticas ou reconhecer erros", aponta Rosângela.
Um dos pontos fracos principais de um narcisista é sua extrema sensibilidade à crítica e à rejeição. Apesar de sua aparência de confiança e autoestima elevada, narcisistas muitas vezes têm uma fragilidade emocional subjacente.
Desarmar um narcisista requer paciência e coragem. O primeiro passo é mostrar que você não tem medo dele, nem faz parte dos indivíduos que ele pode manipular. O melhor é não se deixar levar por provocações e prevenir confrontos diretos, mas, se eles se iniciarem, procure responder de forma branda e firme.
Deste modo, Freud aborda que a origem do ego é uma projeção do amor próprio, do investimento do eu: "um indivíduo que ama priva-se, por assim dizer, de uma parte do seu narcisismo, que só pode ser substituída pelo amor de outra pessoa por ele" (FREUD, 1914a/1996, p. 105).
Amar demais pode lhe deixar cego para atitudes inadequadas, ciúmes doentio, humilhações, possessividade e comportamentos aproveitadores. O seu julgamento é influenciado pelo amor excessivo, portanto, tudo o que o parceiro faz é interpretado como algo bom mesmo quando causa sofrimento.
O amor-próprio é a base para a autoestima, autoimagem, autoaceitação e autoconfiança. Quando não há amor por si mesmo, é difícil se aceitar, ter uma percepção positiva sobre quem você é e ter confiança em suas ações, decisões e palavras. Cercado por negatividade, o indivíduo acredita merecer somente coisas ruins.