Sua saudação é "Atotô Abaluaiê / Atotô Omolu", que significa "Silêncio para o grande rei da Terra". Seu dia da semana é a segunda-feira e as cores associadas a Obaluaiê/Omolu costumam ser preto e branco, representando a dualidade entre a vida e a morte, a saúde e a doença.
Cura. Não se deve pronunciar o nome primordial de Obaluaê/Omolu. Xapanã é um nome perigoso e, portanto, chamá-lo de Obaluaê, Senhor da Terra, ou de Omolu, Filho do Senhor são formas de cumprir alguns de seus tabus. Negar, para Omolu, é também afirmar, visto que com este orixá o entendimento pode ser pelo seu contrário.
COMO FAZER AGRADO PARA OMOLU / OBALUAÊ - Pai Renan bem sincero
Qual a diferença entre Omolú e Obaluaê?
Em muitas casas de Umbanda, Obaluaê e Omolu são o mesmo Orixá, mas principalmente devido aos estudos de Rubens Saraceni e à Umbanda Sagrada, também é comum separá-los. Obaluaê está relacionado ao trono da Evolução (junto com Naná) e Omolu com o trono da Geração (junto com Iemanjá).
Dia 16 de agosto é celebrado o dia de Obaluaê, orixá responsável pela cura e também pelas doenças! Sua vestimenta é composta por palha-da-costa e búzios.
Vale destacar que no Candomblé Omolú/Obaluaiê é reconhecido com “Senhor da Terra”, o mais temido entre todos os deuses africanos, o controlador da varíola e de todas as doenças contagiosas.
Durante o ritual, as pipocas representam a liberação das energias negativas, simbolizando a superação de obstáculos e a libertação de padrões prejudiciais. #umbanda #banhodepipoca #obaluae #conhecimento.
2. Oração a Obaluaiê / Omolú por saúde e paz. A Omulú e Obaluaiê peço o perdão e a bênção, Atotô Meu Pai! Em sua misericórdia infinita, dai-me a saúde plena!
Nas crenças da Umbanda e do Candomblé, comemora-se nesta sexta-feira (16) o dia de Obaluaê, orixá conhecido por ser o rei da Terra, responsável pelas curas e pelas doenças. No sincretismo, a data também pertence a São Roque, santo católico padroeiro dos inválidos e dos cirurgiões.
Xapanã Saudação: Tamboreiro - A júbà Sònpònnó jubéteyi bèlújá sápatà, Sònpònnó' bàlúwàiyé, mólù. A ba ou! (Respeitamos o Xapanã que supera, corta e se manifeste perseverante atravessando o povo, corre e mata os inimigos.
Deburu. Doburu - é a comida ritual dos Orixás Obaluaiê e Omolu, é o milho de pipoca estourado em uma panela, em alguns lugares com óleo (dende), em outros com areia. Nesse último caso, é preciso peneirar a areia dessa pipoca depois de pronta.
A regente da maturidade e da razão humana muito se satisfaz com velas brancas, roxas e rosas, champagne, calda de ameixa ou figo, uva, melão, melancia, figo ou ameixa, sempre depositados perto de lagos ou em um mangue.
Em termos mais estritos, Obaluaiê é a forma jovem do Orixá Xapanã, enquanto Omulu é sua forma velha. Como porém, Xapanã é um nome proibido tanto no Candomblé como na Umbanda, não devendo ser mencionado pois pode atrair a doença inesperadamente, a forma Obaluaiê é a que mais se vê.
-(Oferendas ao Orixá Obaluaê/Omulu, com alguidares com pipoca, carne de porco e velas brancas, realizada pelos umbandistas do Templo Vovó Sá Maria da Bahia, no Cruzeiro das Almas.
Obaluaê era filho de uma divindade chamada Nanã, mas foi rejeitado por sua mãe e quem o criou foi Iemanjá. A rejeição se deu porque ele era muito feio, manco e tinha o corpo coberto de feridas. Ele sempre é representado com o corpo coberto por palhas com a finalidade de encobrir as marcas da varíola.
Obaluaê, por outro lado, é um dos orixás mais velhos e tem seu próprio tempo. “A comida de Obaluaê é a pipoca, porque pipoca não se faz sem óleo, e óleo quente não se faz rápido. Pipoca precisa de tempo e de silêncio para funcionar”, sinaliza a historiadora.
Senhor da lama e do ouro, Pai de todo o Ayê, que as suas bênçãos me livrem de todo o mal, de todas as dores, de todas as doenças, de todas as moléstias e perseguições. Ilumine Obaluaiê a minha vida, minha consciência, e que sua justiça seja sempre a minha companheira. Proteja-me, Pai, Atotô.