Na fototoxicidade, as pessoas sentem dor e desenvolvem vermelhidão, inflamação e, às vezes, descoloração castanha ou cinza-azulada nas áreas da pele que estiveram expostas à luz solar durante um curto período de tempo.
Dentre os casos mais leves, a pessoa com fotofobia tende a olhar para baixo em uma sala bem iluminada, por exemplo. Já nos casos mais graves, pode acontecer da pessoa sentir extremo desconforto e até dor ao expor os olhos a luz.
Sintomas. Quando os raios ultravioletas atingem a pele fotossensível, o mais comum é a ocorrência de algum tipo de dermatite (erupções cutâneas provocadas pela substância agressora). Prurido (coceira), machucados, vermelhidão e pequenas bolhas também podem surgir.
Vários autores relatam a fotossensibilidade das vitaminas, em especial as vitaminas A, E, C, B2 e B6, que são nutrientes imprescindíveis no crescimento e na regulação das diferentes funções fisiológicas.
São definidos como medicamentos fotossensíveis aqueles que sofrem reações de degradação (fotólise), tais como oxidação ou hidrólise, em decorrência da exposição à luz. A degradação fotolítica pode ser um importante fator limitante para estabilidade e eficácia dos medicamentos.
Pessoas com sensibilidade à luz ou fotofobia não conseguem olhar diretamente para a luz ou permanecer em ambientes claros. A condição faz com que os olhos fiquem bem irritados e pessoas que sofrem com o problema podem sentir dores fortes nos olhos quando expostas a lugares com muita luz.
A alergia ao sol (ou lucite, como é medicamente conhecida) manifesta-se como vermelhidão: uma erupção de pequenas espinhas ou pápulas vermelhas levemente elevadas e sensações de coceira no local exposto ao sol. Se manifesta com mais frequência em áreas expostas como o colo, ombros, braços, mãos e pés.
Como os médicos sabem se a pessoa tem uma reação de fotossensibilidade? Os médicos suspeitam de uma reação de fotossensibilidade se a pessoa apresenta erupção cutânea principalmente em áreas de pele expostas ao sol. Os médicos perguntam sobre medicamentos e substâncias que a pessoa toma ou aplica na pele.
Geralmente, quando a causa da fotofobia está relacionado a algum problema de visão como o astigmatismo, por exemplo, onde a sensibilidade à luz é um sintoma comum, é necessário o uso de óculos de grau, associado a lentes escuras, fotossensíveis e/ou com filtro de luz azul.
O tratamento da fotofobia deve ser orientado pelo médico de acordo com a causa, podendo ser indicado o uso de colírios ou lágrima artificial para tratar inflamações ou infecções nos olhos ou manter os olhos lubrificados, ou tomar remédios como antibióticos ou anti-inflamatórios para tratar infecções sistêmicas, ou ...
Pode estar relacionada com a fotoalergia ou fototoxicidade e pode ser idiopática ou ocorrer após exposição a certos fármacos ou substâncias químicas tóxicas ou alergênicas. Às vezes, também pode ser uma característica de doenças sistêmicas (p. ex., lúpus eritematoso sistêmico, porfiria, pelagra, xeroderma pigmentoso).
Qual a diferença entre fotofobia e fotossensibilidade?
A fotossensibilidade, ou fotofobia, é um incômodo ocular gerado pelo excesso de luminosidade. Porém, esse desconforto, para algumas pessoas, também pode ocorrer mesmo num nível de iluminação considerado normal pela grande maioria.
As causas desse sintoma podem estar atreladas às seguintes doenças oculares: catarata, glaucoma, uveíte, calázio, esclerite, episclerite, blefarite, descolamento de retina, úlcera de córnea, entre outras.
A fotofobia pode chegar a incapacitar vida diária, já que pode ocorrer em ambientes com diferentes iluminações, como ir de uma luz para um lugar escuro (ou vice-versa), dificuldade para caminhar no Sol, trabalhar no computador, etc.
A sensibilidade à luz, além de uma condição natural da pessoa, pode ser desenvolvida como consequência ou sintoma de outras doenças oculares, como, por exemplo, conjuntivite, glaucoma, descolamento de retina, úlcera da córnea, doenças congênitas da retina, dentre outros fatores.
Para identificar ou descartar alterações retinianas associadas a fotofobia o exame de escolha é o eletrorretinograma ou eletrorretinografia, que avalia a função retiniana difusa (Eletrorretinografia de campo total) ou a função macular (Eletrorretinografia multifocal).
Alguns medicamentos anti-inflamatórios ou analgésicos, como o ibuprofeno, também podem causar fotossensibilidade. Outros medicamentos fotoactivos comumente utilizados incluem antibióticos, anti-inflamatórios não esteróides, diuréticos, estatinas, retinóides e antifúngicos.
Aqueles que tomam cetoprofeno ocasionalmente desenvolvem pele fotossensível, na qual ocorrem reações anormais à luz solar. Para evitar isso, é importante que os pacientes evitem a luz solar direta quando possível.
Nota: A vitamina D3 é fotossensível, sendo recomendável que a manipulação da vitamina D3, durante o preparo tanto da diluição como da formulação, seja realizada em ambiente de baixa luminosidade.
“A hipervitaminose de vitamina B12 pode prejudicar a saúde, provocando alterações, erupções cutâneas, reações alérgicas e até exacerbação ou piora de função renal”.
A vitamina C não é fotorreativa ou fototóxica, ou seja, não reage à luz solar. Pelo contrário: usar a vitamina C para o rosto pela manhã ajuda a proteger dos danos causados pela radiação solar, graças a sua ação antioxidante, além de também uniformizar o tom da pele.