Os escravizadores dos negros e indígenas eram normalmente denominados "senhores de engenho", ou simplesmente "senhores". É comum, também, que encontremos os nomes "senhores da casa grande" ou "colonizadores".
Proprietários, donos de escravos. No Brasil colônia, e mesmo no império, ser “senhor de escravos” era expressão de riqueza e status social, uma vez que a posse de um escravo era mais valiosa do que a posse da terra.
O QUE É... Feitor de escravos, capataz. O feitor ou capataz era um trabalhador livre e assalariado que gerenciava o engenho e o trabalho dos escravos nas fazendas para obter sua máxima eficiência além de vigiar escravos para evitar fugas.
A maior parte dos proprietários de escravos, 83,9%, era do sexo masculino. Além de constituírem maioria, os homens proprietários também concentravam a maior parte da massa cativa. Os homens possuíam 2.151 (91,1%) cativos e as mulheres 198 (8,4%).
Os escravos chamados "boçais", recém-chegados da África, eram normalmente utilizados nos trabalhos da lavoura. Havia também aqueles que exerciam atividades especializadas, como os mestres de açúcar, os ferreiros e outros distinguidos pelo senhor de engenho. Chamava-se de crioulo o escravo nascido no Brasil.
Foi somente no século XIX que os registros civis tornaram-se padrão no Brasil e passaram a incluir sobrenomes nas certidões de nascimento. Até a abolição da escravidão em 1888, os escravos também não tinham sobrenomes.
Zumbi dos Palmares. Zumbi dos Palmares foi um dos líderes do Quilombo dos Palmares e ficou conhecido por ter liderado a resistência do quilombo contra os ataques portugueses, no século XVII. Ouça o texto abaixo!
Dono do Restaurante e Pizzaria Senzala de Ubatuba, em São Paulo, Alfredo Correa Filho informa que o estabelecimento, fundado por sua família em 1971, assim foi batizado por ser localizado, à época, em um casarão que lembrava uma casa grande e, portanto, associado a senzalas.
Em linhas gerais, um dicionário contemporâneo define a palavra “escravo” como o que se diz “de pessoa que é considerada propriedade e se acha sob o domínio de um senhor”. “Escravizado”, por ser a forma do particípio passado do verbo “escravizar”, é quem “sofreu escravização”.
Os feitores eram nomeados pela coroa portuguesa e trabalhavam em defesa dos interesses da metrópole. Sua função consistia no controle do comércio nas feitorias e de uma inicial ocupação litorânea.
Capataz perdeu a ação em 2020. Em 2018, novos episódios de conflito surgiram, com Capataz registrando um boletim de ocorrência por injúria e difamação, buscando a retirada de um vídeo da internet. Desde então, a dupla não se comunicou, marcando o fim de uma parceria fez muito sucesso na música sertaneja.
Durante os períodos de escravidão, senhores ou amos eram termos amplamente utilizados para designar os proprietários de escravos, cujos indivíduos detinham autoridade absoluta sobre os cativos, controlando suas vidas e trabalho.
Mocambo do Macaco, também chamada de "Cerca Real dos Macacos" ou apenas "Macaco", foi um assentamento histórico localizado no pico da Serra da Barriga no estado de Alagoas , Brasil. Foi o principal assentamento do Quilombo dos Palmares, e foi governado por Zumbi durante a Guerra dos Palmares.
Tema da Unidos do Viradouro, Malunguinho é símbolo de resistência negra e liderou um dos quilombos mais importantes do Brasil. Carnaval 2025 em Pernambuco. G1.
O sobrenome Sousa, por exemplo, veio do proprietário de seus pais, o marechal Guilherme Xavier de Sousa. Era assim no Brasil da escravidão: mesmo nascendo livre, a pessoa carregava para sempre o no medo antigo “dono”.
Marcado por suas raízes coloniais, o nome foi por décadas sinônimo de pobreza e opressão em um país majoritariamente negro, que só aboliu a escravidão em 1888, e onde profundas desigualdades raciais e econômicas persistem. Poucos brasileiros abraçaram o nome no passado.
O sobrenome era dado pelo local de embarque. Por isso, era comum encontrar Maria Benguela, embarcada no porto em Angola, ou José da Costa, vindo da Costa do Ouro. Após a abolição, esses nomes foram substituídos pelo sobrenome dos proprietários, mas nem sempre eram utilizados no cotidiano.