A palavra Olodum é de origem yorubá e no ritual religioso do candomblé significa "Deus dos Deuses" ou "Deus maior", Olodumaré, que não representa um orixá, e sim, o Deus criador do universo e dele senhor.
Nas religiões afro brasileiros a figura de Jesus Cristo não existe. Nelas os seres divinos são os “Orixás”, que ao contrário do que muita gente pensa, não são deuses, mas sim divindades criadas por um único Deus: Olorun (dentro da corrente Nagô) ou Zamby (dentro da corrente Bantu e das correntes sincréticas).
No Sincretismo representa a figura de Jesus Cristo, filho do Criador de tudo. É reconhecido pela sua força de bondade, amor, perseverança, limpeza espiritual, paz, união. É representado por tudo que indica positividade. Se apegar a energia de Oxalá faz vencermos obstáculos que acreditávamos não vencer.
A palavra tutu vem do “banta”, uma das línguas mais faladas em Angola, que significa “papão”. A palavra faz referência a algo sobrenatural ou fora do comum, pois a comida era muito apreciada e nem parecia deste mundo.
O Árabe é a língua mais falada, com 200 milhões de falantes, mas não é originária de África, foi trazida da Arábia por imigrantes, entre os séculos VII a XI; também o Malgache (Madagáscar), pertence ao grupo astronésio, com origens na Indonésia. Os Europeus trouxeram o Inglês, o Francês, o Português, o Neerlandês.
Orixás são divindades cultuadas em religiões africanas e brasileiras de matriz africana. Há várias compreensões diferentes sobre esse tema, veja algumas delas. Orixás são divindades de povos africanos incorporadas por muitas religiões brasileiras de matriz africana.
Olodumarê (em iorubá: Olódùmarè), também chamado Olorum (Ọlọrun), é um conceito de Ser Supremo e Deus presente nas religiões Iorubá e afrodescendentes, como o Culto de Ifá, Umbanda e Candomblé. Olódùmarè se localiza numa dimensão paralela conhecida como Orum, por isso também é aclamado como Senhor do Orum (Ọlọrun).
Português como língua oficial. Os estados-nação que têm o português como língua oficial em África são referidos pela sigla PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa) e incluem os seguintes países: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique e São Tomé e Príncipe.
O hauçá é uma das três principais línguas da Nigéria, juntamente com o igbo e o ioruba. É falado principalmente no norte do país e tem uma grande população no Níger e no Chade. Também é usado como língua franca em toda a África Ocidental, o que o torna um dos maiores idiomas da África.
Quer exemplos? "Bagunça", "curinga", "moleque", "dengo", "gangorra", "cachimbo", "fubá", "macaco", "quitanda"... Outras palavras do português falado no Brasil também têm raízes africanas. Muitas delas vêm de diferentes povos do continente, como os jejes e os nagôs (que falavam línguas como o fon e o ioruba).
Moleque. Escrito 'mu'leke' no quimbundo, tem significado de garoto ou filho pequeno. Durante o Brasil Império, ficou conhecida como a forma de os escravizados chamarem a atenção de seus filhos.
Homens e mulheres de muitas tribos na África vestiram tangas por séculos: a palavra "tanga" que teria sido usada por eles veio para o português e o espanhol com esse significado. No final dos anos 80, a tanga popularizou-se na maior parte do Ocidente e a tanga como roupa íntima ganhou popularidade ao longo dos anos 90.
Na umbanda ou em alguns candomblés, há figuras com nome de demônio, como Exu Belzebu, Exu da Meia-noite, Exu do Lodo e Exu do Cemitério, que podem xingar, ter garras, linguagem gutural, ter uma atitude que lembre o mal.
Jeremias 9. 1 Oxalá a minha cabeça se tornasse em águas, e os meus olhos numa fonte de lágrimas, para que eu chorasse de dia e de noite os mortos da filha do meu povo! 2 Oxalá que eu tivesse no deserto uma estalagem de viandantes, para poder deixar o meu povo, e me apartar dele!