Esparciatas ou espartanos – principal grupo na hierarquia social, os espartanos eram descendentes dos dórios e formavam a aristocracia da cidade, ou seja, eram os grandes proprietários de terras. Exerciam as funções administrativas e militares na cidade-estado.
Os meninos eram apartados de casa quando faziam 7 anos. O Estado se encarregava de treiná-los como guerreiros. Não qualquer guerreiro. Eles seriam soldados espartanos, os militares mais capacitados, temidos, odiados e perfeitos da Antiguidade.
Eles eram guerreiros por excelência, criados desde a infância para suportar terríveis sofrimentos e dificuldades. A personalidade espartana é perfeitamente resumida nos contos sobre a Batalha das Termópilas, em 480 a.C.
Um cidadão médio de Atenas ou de Esparta teria um abdômen "rasgado" ─ com cintura fina, pênis pequeno e brilhando de óleo de suas partes íntimas até o dedão ─ magro ─ do pé. Uma história completamente diferente, no entanto, se aplica às mulheres.
Em Esparta, uma sociedade guerreira, os casais de amantes homens eram incentivados como parte do treinamento e da disciplina militar. Essas práticas dariam coesão às tropas. Em Tebas, colônia espartana, existia o Pelotão Sagrado de Tebas, tropa de elite composta unicamente de casais homossexuais.
A referida prática tinha o objetivo de transferir conhecimentos de ordem filosófica, política, militar e até mesmo sexual. Nesse relacionamento o jovem admirava qualidades como sabedoria e experiência do homem mais velho, enquanto este contemplava as qualidades masculinas do seu discípulo.
Eles eram sagrados e tinham relações com os homens devotos dentro dos templos da Mesopotâmia, Fenícia, Egito, Sicília e Índia, entre outros lugares. Herdeiras do Código de Hammurabi, as leis hititas chegam a reconhecer uniões entre pessoas do mesmo sexo.
Os filósofos gregos acreditavam que um corpo musculoso era divino. E que, somente em um corpo saudável, poderia existir uma mente saudável. Esculturas atléticas eram criadas para representar o que imaginavam ser o corpo ideal de um homem.
A derrota de Esparta por Tebas na Batalha de Leuctra em 371 a.C. acabou com o papel proeminente de Esparta na região e iniciou o período da hegemonia tebana. No entanto, ela manteve a sua independência política até a conquista romana da Grécia em 146 a.C..
A religião espartana era a mesma praticada em outras pólis na Antiguidade. Os espartanos acreditavam nos deuses gregos, nos olímpicos e naqueles que não residiam no Monte Olimpo. Eram politeístas e realizavam importantes festivais para homenagear os seus deuses.
Os espartanos contribuíram de maneira decisiva para a vitória dos gregos contra os persas, e um dos episódios mais conhecidos foi o da Batalha das Termópilas, na qual 300 hoplitas espartanos liderados por Leônidas I seguraram por três dias as forças persas, formadas por cerca de 80 mil homens.
A estampa frontal é de um “espartano”, uma expressão criativa de um homem guerreiro inspirado nos soldados espartanos, com impressão nas cores amarelo, vermelho e branco.
Os 300 Espartanos morreram movidos por um ideal humano. Os 300 de Gideão provaram que Deus é fiel e viveram porque foram tocados pelo Espírito de Deus. Os Espartanos fazem parte da história da terra. Os 300 de Gideão fazem parte da história eterna da Bíblia.
De acordo com os registros históricos, Dario foi acusado formalmente de ter assassinado o soberano da Pérsia. Ele queria assumir o Império Aquemênida, um dos mais poderosos da Antiguidade, mas acabou levando uma rasteira do próprio irmão.
No alto de colinas, casas de pedra parecidas com pequenos castelos dão as costas para a Serra dos Taygetos e têm vista para o Mar Jônico. Esta é a terra dos maniotas, uma comunidade supostamente descendente dos espartanos, os lendários guerreiros da Grécia Antiga.
O famoso grito de guerra dos espartanos é o "Moloch! Moloch!", que significa "Por Esparta!" ou "Para Esparta!". Esse grito foi imortalizado na cultura popular, especialmente no filme 300, inspirado na batalha das Termópilas, onde os espartanos, liderados pelo rei Leônidas, enfrentaram o exército persa.
Leónidas I ou Leônidas I (em grego clássico: Λεωνίδας – trad.: “Filho de Leão" ou "Similar a Leão”, Leōnídas; Esparta, 540 a.C. — Termópilas, 480 a.C.) foi rei e general da cidade grega de Esparta.
A dieta espartana consistia principalmente em uma refeição chamada "sopa preta". Consistia principalmente de porco cozido no próprio sangue, e os espartanos adoravam. Existem relatos antigos de pessoas que visitaram Esparta e experimentaram a sopa. O consenso deles parecia ser unânime, era repugnante.
Estes escudos serviram como proteção de curto alcance entre os guerreiros espartanos do Rei Leonidas. O escudo tem 12 libras e detalhado para parecer exatamente como o escudo no filme.
Sócrates, um dos principais filósofos ocidentais, viveu na Grécia Antiga, onde era normal um homem mais velho manter relações sexuais com homens jovens. O tutor de Platão chegou a declarar que o sexo anal era sua melhor fonte de inspiração e que relações heterossexuais serviam apenas para procriação.
Era esperado dos homens gregos que eles tivessem relações homossexuais, mas também era uma obrigação que se casassem e tivessem filhos. O que hoje em dia chamamos de bissexualidade para eles era considerado o padrão, o corriqueiro.
O primeiro registro de um casal homossexual na história é geralmente considerado o de Khnumhotep e Niankhkhnum, um casal egípcio do sexo masculino, que viveu por volta de 2 400 a.C.. O par é retratado durante um beijo, a mais íntima pose na arte egípcia, rodeado pelo que parecem ser os seus herdeiros.