Lésbicas. Casais formados por duas mulheres lésbicas cisgênero podem se beneficiar de dois tipos de tratamentos de Reprodução Assistida para ter filhos biológicos: a inseminação artificial e a fertilização in vitro (FIV).
No caso da geração de um filho biológico de duas mães, esse processo pode ser realizado por meio do método ROPA, sigla em inglês para “Recepção de Óvulos da Parceira”. Nesse método, uma das parceiras faz a estimulação ovariana e tem seus óvulos recolhidos e a outra receberá os embriões gerados e conduzirá a gestação.
São técnicas, utilizadas por médicos especializados, que têm por finalidade facilitar ou viabilizar a procriação por homens e mulheres estéreis ou inférteis. As técnicas mais usuais são a inse- minação artificial e a fertilização in vitro, nas quais não há o inter- curso sexual.
Sim, é possível. O óvulo fertilizado (com banco de semen) de uma das parceiras é transferido para o útero da outra. Geneticamente o embrião terá características de quem forneceu o óvulo, mas também de quem está gestando.
Atualmente, os casais homossexuais já podem procriar normalmente, graças às técnicas de reprodução assistida. Ou seja, homens e mulheres, em relacionamentos homoafetivos e boas condições de saúde, podem, sem qualquer restrição, realizar os tratamentos que viabilizam a concepção e gestação de um bebê.
Conheça as regras determinadas pelo CFM para casais homoafetivos terem filhos. Para que casais homoafetivos tenham filhos, eles devem contar com a doação de espermatozoides (importante para os casais femininos), de óvulos (importante para os casais masculinos) ou de embriões (para ambos).
Ouça o texto abaixo! Você sabia que indivíduos do sexo masculino podem “ficar grávidos”? Tal quadro, denominado síndrome de Couvade, ou gravidez masculina, não está relacionado ao desenvolvimento do embrião no interior do corpo do indivíduo em questão, assim como acontece com as mulheres, e machos de cavalos-marinhos.
“Se o casal homoafetivo for do sexo masculino, a única possibilidade de ter um filho biológico é a fertilização in vitro e os óvulos devem ser doados e implantados em uma mulher que cederá o útero, seguindo as mesmas regras estabelecidas pelo CFM”, explica a especialista.
O valor varia entre R$ 800 e R$ 2,5 mil. O casal que pretende ter o filho também é responsável por pagar o tratamento e os hormônios da doadora do útero.
São transferidos um ou mais embriões, de acordo com a idade e os fatores individuais da paciente. A transferência pode ser realizada na mesma paciente que fez a estimulação ovariana ou na outra parceira do casal, se desejado, para que as duas tenham participação no processo.
Os bebês são os primeiros do Brasil com genes de dois pais. O caso só foi possível por conta da Resolução 2.294/2021, do Conselho Federal de Medicina – CFM, que permite o uso de óvulos de parentes, de até quarto grau, para gerar bebês por meio de reprodução assistida.
O processo de fertilização in vitro (FIV) é uma das técnicas mais utilizadas para casais lésbicos que desejam ter filhos. Nesse procedimento, os óvulos de uma das parceiras são cuidadosamente extraídos e fertilizados em laboratório com espermatozoides de um doador previamente selecionado.
Em entrevista ao Fantástico, o casal revelou detalhes do método escolhido para engravidar. Bruna e Ludmilla, optaram pelo método ROPA, sigla para “Recepção de Oócito da Parceira”.
O método ROPA é um procedimento de reprodução assistida que atribui papel ativo às duas mulheres. Uma delas será a doadora de óvulos, ou seja, o bebê terá a carga genética dela, enquanto a outra mulher será a receptora do embrião, portanto a gestante, que dará à luz o bebê.
Quando o homem ejacula dentro e não sai nada, porque?
Na ejaculação retrógrada, a parte da bexiga que normalmente fecha durante a ejaculação (o colo da bexiga) permanece aberta, fazendo com que o sêmen vá para trás para a bexiga. Uma das causas mais comuns é a cirurgia de próstata devido ao aumento não canceroso da próstata.
Você poderia me responder se o dedo sujo de líquido pré-ejaculatório engravida? Esse líquido pré-ejaculatório, de modo geral, não contém espermatozoides, ou tem muito poucos espermatozoides. Então encostar, passar esse dedo sujo rapidamente pela vagina, não traz risco de gravidez.
Teoricamente, não há limite para o número de filhos que um indivíduo pode gerar. Se ele dormir com uma parceira diferente por dia (ou por hora, vai que né…), cada ato pode acarretar uma gravidez.
A FIV e a inseminação artificial são as técnicas disponíveis para casais homoafetivos femininos terem filhos. Na FIV é possível optar pela gestação compartilhada, onde uma das parceiras fornece o óvulo e a outra gera o embrião ou uma das mulheres assume os 2 papéis.
Nessa fase, podem confundir identificação com atração sexual. É uma fase do desenvolvimento sexual e irá ajudar a amadurecer e definir a identidade sexual. Geralmente, quando chegam à puberdade, seu interesse mostra-se mais definido – ou interessam-se pelo sexo oposto ou pelo mesmo sexo.
Apesar de algumas pessoas recorrerem ao uso de hormônios ou cirurgias de afirmação de gênero, inúmeras não o fazem. Por conta disso, é possível ficar fértil, ovular e menstruar. Ainda, pessoas transmasculinas, não binárias e intersexo também podem menstruar.
Sim, homens transgênero e transmasculinos podem engravidar (1). De fato, eles engravidam na mesma proporção que pessoas que se identificam como mulheres e têm gravidezes mais planejadas que mulheres cisgênero (2). Mesmo assim, os sistemas de saúde não estão organizados para cuidar da gestação e do parto desses homens.
Teoricamente, é possível, sim, porém arriscadíssimo. Há casos de mulheres sem útero que engravidaram, mas em geral elas perderam o bebê. O homem submetido a essa estranha experiência também teria dificuldades de sobreviver.