As nuvens dão origem às precipitações quando as gotículas de água se condensam e transformam-se em gelo. Uma nuvem só libera chuva quando se acumula gelo demais em seu topo. Nesse caso, as nuvens ficam mais pesadas e começam a cair sobre a superfície da Terra.
Há vários processos de formação das nuvens e consequentes formas e dimensões. As nuvens são formadas pelo resfriamento do ar até a condensação da água, devido à subida e expansão do ar. É o que sucede quando uma parcela de ar sobe para níveis onde a pressão atmosférica é cada vez menor e o volume de ar se expande.
Em contato com o vapor d'água da nuvem, as partículas de sal atraem minúsculas gotinhas, iniciando a criação dos pingos de chuva. Parece um método infalível, mas, na verdade, o bombardeamento é bastante polêmico. “Esse artifício só faz chover em nuvens que já tenham vapor d'água em quantidade suficiente.
As chuvas são um fenômeno meteorológico que consiste em uma das etapas do ciclo hidrológico, conhecido também como ciclo da água, e corresponde ao retorno desse recurso para a superfície terrestre. Elas são causadas pela ascensão de uma massa de ar quente e úmido na atmosfera, havendo assim a constituição das nuvens.
Se essas nuvens se abaixam, adquirindo um aspecto mais espesso em altitudes mais baixas, por outro lado, é sinal de uma frente quente chegando, já que esse movimento caracteriza a transição. E por conta disso, também significa que chuvas podem ocorrer nas próximas 12 horas.
Em quase todos os casos, a chuva se forma nas nuvens, mas em certos lugares, também é possível cair chuva sem a presença de nuvens. E nem toda a chuva que sai das nuvens atinge o solo, pois algumas vezes, ela se evapora na atmosfera bem antes de cair sobre a superfície.
O que acontece quando as gotas de água ficam grandes demais nas nuvens?
As gotas de chuva são muito maiores do que as gotículas das nuvens, que são geralmente menores que 15 micra e podem ficar suspensas no ar por muito tempo. Já as gotas de chuva, por serem muito maiores e mais pesadas, não podem ficar suspensas no ar e, portanto, ocorre a precipitação.
Dizer que em uma região choveu 100 mm significa dizer que, em uma área de 1 m2, a lâmina de água formada pela chuva que caiu apresenta uma altura de 100 milímetros.
Chuva preta, fenômeno atípico que traz fuligem de queimadas, cinzas e compostos químicos. O Brasil vem enfrentando um período longo de queimadas oriundas das regiões da Amazônia e do Centro-Oeste. Com isso, é comum não conseguir ver o horizonte em função do alto índice de poluição provocado pela fumaça.
Primeiramente, é importante lembrar que uma nuvem é formada de partículas de água (e, às vezes, gelo) que se condensaram. Essas partículas são tão pequenas que as moléculas de ar ao seu redor conseguem segurá-las. Na verdade é o atrito das moléculas de ar com cada gotícula de água que as mantém suspensas.
Para amenizar essa escassez e a limitada oferta de água, o governo costuma utilizar a “semeadura de nuvens” ou “chuva artificial”. Trata-se de um voo em aeronaves oficiais que atravessam nuvens queimando substâncias especiais, que podem aumentar a precipitação de chuvas.
A substância mais comum para provocar a semeadura é o cloreto de sódio (sal), mas em algumas vezes também é utilizado o iodeto de prata e gás carbônico congelado. As partículas de sal – ou de outra substância escolhida – atraem gotículas ao entrarem em contato com o vapor d'água e criam os pingos de chuva.
Isso acontece porque as gotículas de água são tão pequenas que flutuam, sustentadas por uma força chamada "empuxo". O empuxo é uma força que age sobre um objeto submerso em um fluido (como o ar) e age no sentido oposto ao peso do objeto. O ar na atmosfera age sobre as gotículas e as mantém suspensas.
A técnica de induzir chuvas com aviões foi descoberta nos anos 1940 pelo cientista Bernard Vonnegut. Inicialmente, ele usou iodeto de prata para transformar nuvens super-resfriadas em neve, mas logo adaptou seu estudo para provocar a precipitação de chuva.
Nuvens são formadas por pequenos cristais de gelo e gotículas de água em suspensão na atmosfera. Os diferentes tipos de nuvens são determinados pela altitude e aparência. As nuvens são formadas por gotículas de água, cristais de gelo e núcleos de condensação.
Mas, em 1956, os moradores de Unionville trocaram o sentimento de alegria por espanto. Naquele dia, eles presenciaram a maior chuva já registrada na história. De acordo com a Organização Meteorológica Mundial (OMM), a cidade observou inacreditáveis 31,2 milímetros (mm) de chuva em apenas um minuto.
Em média, o acumulado de 24 mm/h é considerado fraco. A chuva é considerada forte entre 25 mm/h e 50 mm/h. Acima disso, a intensidade é muito forte e merece maior atenção.
Essa matemática fica mais fácil de ser compreendida quando é esclarecido que 1 milímetro de altura de água acumulado nessa caixa, com 1 metro quadrado de base, equivale a 1 litro.
Em meteorologia, Virga, também conhecida por "Chuva Invisível" ou "Chuva Fantasma", é um tipo de precipitação que cai de uma nuvem mas evapora-se antes de atingir o solo enquanto está ainda a cair, num fenômeno que acontece principalmente em períodos/locais de ar seco.
Em uma escala microscópica, se houver vento, isso acontecerá. O vento empurra as gotas de chuva em sua direção, e as gotas de chuva se fundem com outras gotas de chuva e se tornam mais difíceis de serem movidas pelo vento / protegem as gotas de chuva em sua "sombra do vento".
A condensação do vapor de água na atmosfera origina as nuvens, formadas basicamente por gotículas de água mais leves que o ar. Quando a condensação ocorre bem acima do solo, temos as nuvens - e quando ocorre perto do solo, forma-se o nevoeiro ou a neblina, que é uma nuvem de contato ou próxima do solo.
A chuva preta agrega a fuligem das queimadas na Amazônia, no Cerrado e em outros biomas, e se forma com a combustão incompleta de materiais orgânicos, como combustíveis fósseis (carvão e petróleo) e biomassa (madeira e resíduos agrícolas).
Localizadas a 7 mil metros do chão, as nuvens médias voam a 80 km/h e contêm mais água do que cristais de gelo. As nuvens do tipo Cumulus atingem de 25 a 40 km/h e ficam abaixo de 2 mil metros de altitude. Elas são feitas só de vapor de água e têm aparência macia, semelhante à de um algodão-doce.
A água da chuva vem da evaporação da água da superfície da Terra, como lagos, rios, mares e oceanos, que é transformada em vapor de água e elevada para a atmosfera.