A reprodução da jararaca A reprodução é vivípara, ou seja, os embriões se desenvolvem dentro do corpo da mãe. A gestação da cobra varia de 4 a 6 meses, com o nascimento acontecendo no verão. Ao nascerem, os filhotes assumem uma coloração branca ou amarelo-creme.
Reprodução: É ovovivípara; ovopondo de 12 a 18 ovos. Em função do comportamento de buscar alimentos em áreas de cultivo humano, os acidentes envolvendo estas cobras são bastante frequentes. Reconhece-se a cobra jararaca pela presença de manchas cor marrom em forma de triângulos semi-abertos ou em ferradura.
💚🥚-As ovíparas são aquelas cobras que depois de copular, vão ter os ovos fecundados pelo macho e após alguns dias esses ovos são expelidos (pense em uma galinha.. É o mesmo esquema!) e o desenvolvimento do embrião vai ocorrer dentro do ovo e fora do corpo da serpente. Ela que lute ao nascer!
Para que a fecundação aconteça, a fêmea precisa levantar sua cauda e liberar a cloaca – uma cavidade que dá acesso ao aparelho reprodutor. E, se não estiver disposta, a cobra fica bem enroladinha em um canto, para deixar evidente seu desinteresse pelo macho e desencorajar qualquer aproximação.
A fecundação ocorre dentro do corpo da cobra, mas o desenvolvimento do filhote pode acontecer tanto dentro, quanto fora de seu corpo. Algumas espécies de cobras botam o ovo fecundado e o filhote se desenvolve fora do corpo da mãe. Mas o filhotinho só sai do ovo depois de terminado o seu desenvolvimento.
Esse processo tem o nome de partenogênese facultativa, e nele os embriões se desenvolvem sem fertilização e/ou reprodução. Recentemente, no aquário de New England, nos Estados Unidos, uma sucuri-verde deu à luz dois filhotes de forma totalmente assexuada, ou seja, sem nunca ter se acasalado antes.
Ter a relva curta evita que as cobras, serpentes e outros répteis possam esconder-se no jardim. Numa relva curta as cobras e serpentes sabem que estão muito mais expostas aos predadores, e por isso evitam-na.
Jararacas vivem em média nove ou dez anos. Cascavéis podem chegar a 15 anos em média. Mas sob observação dos especialistas, e com um cuidado maior, elas podem ter uma vida mais longa, além da possibilidade de terapias contra algumas doenças.
Geralmente as fêmeas apresentam maior comprimento total (CT) que os machos, o que pode estar relacionado com seu sucesso reprodutivo (Semlitsch & Gibbons, 1982; Shine, 1994; Zug, 2001).
Como dito anteriormente, as cobras chegam aos centros urbanos por alguns motivos, mas os dois mais efetivos são: abrigo e comida. Em relação ao abrigo, algumas coisas que você pode fazer para evitar: Limpeza do jardim.
"Vimos que ela se localiza nas proximidades dos vasos sanguíneos, e esse acúmulo é responsável por esse efeito hemorrágico tão evidente", disse Cristiani. De acordo com a pesquisadora, o veneno da jararaca também induz alterações sistêmicas como coagulação sanguínea, alterações cardiovasculares e renais.
Um dos principais sinais de que há cobra por perto é ouvir os sons característicos do animal. Por exemplo, Cascavéis e Víboras possuem um “chocalho” na ponta da cauda com um som bem característico. Além disso, há o sibilar, o famoso assobio da cobra, que é muito fácil de identificar.
As serpentes da espécie Bothropoides jararaca tem grande capacidade adaptativa e são ágeis. O tamanho médio dessas serpentes, quando adultas, é de cerca de 1m. Nascem principalmente entre janeiro e março em ninhadas compostas de 3 à 35 filhotes e medindo em torno de 20 cm.
Na primavera, que começa em breve também no Brasil, as cobras passam a circular mais à procura de comida e também para aproveitar a temporada de reprodução.
Biólogo Sérgio Rangel comprovou que sapos também comem jararacas. Nem o veneno mortal de uma jararaca foi capaz de parar a fome brutal de um sapo. Um novo vídeo mostra exatamente essa cena.
A jararaca que picou Cícero é uma serpente muito venenosa e dependendo da quantidade de veneno injetada, uma picada pode causar sequelas graves e levar até a morte.
Os casos de possíveis partenogêneses —possíveis porque nem todos tiveram exames de DNA realizados—não são tão incomuns no Butantan. A diretora do LEEV afirma que tais casos costumam acontecer em cativeiro porque as serpentes são mantidas em situações adequadas e com alimentação constante, mas sem parceiros sexuais.
Muitas espécies de cobras colocam ovos, como a maioria dos outros répteis. Outras, no entanto, mantêm seus filhotes no interior do corpo durante toda a gestação – como os mamíferos. Tudo depende principalmente do clima da região em que vivem.