A homossexualidade não é ilegal na China, mas autoridades fazem, em geral, censura rígida do tema - referências gays foram tiradas do filme Bohemian Rhapsody, sobre o cantor Freddie Mercury (embora referências similares tenham sido mantidas no filme Green Book - O Guia).
Culturalmente, os chineses valorizam a capacidade de homens e mulheres procriarem, inclusive de formarem famílias nucleares. Por isso, a homossexualidade é encarada como desonra na linhagem parental, levando pais e mães a ocultarem a orientação sexual de seus filhos e a erigirem um paredão heteronormativo.
Nova Zelândia. A Nova Zelândia é reconhecida como um país progressista em termos de direitos LGBTQI+. O casamento entre pessoas do mesmo sexo foi legalizado em 2013, e a legislação neozelandesa proíbe a discriminação com base na orientação sexual e identidade de gênero.
Na China, há poucas estatísticas confiáveis sobre violência de gênero e assédio sexual, mas casos de violência contra mulheres têm ocorrido com maior frequência, segundo pesquisadoras e assistentes sociais. Histórias de mulheres mutiladas ou mortas por tentarem deixar seus maridos têm circulado.
Feminismo na China refere-se à coleção de movimentos históricos e ideologias que visam redefinir o papel e o status das mulheres na China. O feminismo na China começou no século XX, em paralelo com a Revolução Chinesa. O feminismo na China moderna está intimamente ligado ao socialismo e às questões de classe.
Na lista compilada pelo Insider Monkey, publicada em parceria com o Yahoo, Amsterdã (Holanda) está na primeira posição, como a cidade “mais gay” do mundo. No top 3 ainda estão Toronto (Canadá) e Nova York (EUA).
Suécia: a Suécia tem estado na vanguarda dos direitos LGBTQ+ por muitos anos. Possui leis abrangentes contra a discriminação e reconhece as relações entre pessoas do mesmo sexo. Estocolmo é particularmente favorável à comunidade LGBTQ+.
A China descriminalizou a homossexualidade em 1997 e retirou-a da sua lista oficial de perturbações mentais em 2001. Mas o casamento entre pessoas do mesmo sexo continua a ser ilegal no país, e as pessoas que se identificam como LGBT continuam a enfrentar discriminação, tanto a nível pessoal como profissional.
As autoridades chinesas descriminalizaram a homossexualidade em 1997, mas os casamentos homoafetivos não são legalizados e o estigma social ainda é generalizado. Após um período de flexibilidade nos anos 2000 e 2010, grupos de direitos humanos relatam que nos últimos anos houve repressão a espaços LGBT+.
A homossexualidade continua sendo um tabu na sociedade sul-coreana. Essa falta de visibilidade também se reflete no perfil discreto mantido pelos poucos clubes gays na Coreia do Sul. Existem alguns nas áreas metropolitanas, principalmente no setor externo de Itaewon (especialmente no trecho conhecido como "Homo-hill").
Por que a China não terá Parada LGBT mesmo após o fim das restrições da Covid-19. A Parada LGBT de Xangai, maior cidade da China, que começou em 2009, era um dos poucos eventos públicos que permitiam a manifestação da diversidade sexual no país. No entanto, nos últimos três anos, ela não foi realizada.
Dos 193 Estados-membros das Nações Unidas, 12 países têm legislações que permitem só a união civil entre pessoas do sexo oposto. São eles: Croácia, Chipre, República Tcheca, Estônia, Grécia, Hungria, Israel, Itália, Liechtenstein, Mônaco, Montenegro e San Marino.
Venezuela. Na Venezuela, tal como noutros países da América do Sul, a desigualdade económica divide-se frequentemente em linhas étnicas e raciais. Um estudo académico sueco de 2013 concluiu que a Venezuela era o país mais racista das Américas, seguido pela República Dominicana.
Há 14 anos, a Islândia ocupa o primeiro lugar no ranking, que mede o nível de igualdade entre homens e mulheres. De acordo com dados de 2023, o país nórdico conseguiu fechar sua diferença de gênero em 91,2%.
A Tailândia é conhecida por ser aberta e aceitar lésbicas, gays, bissexuais e pessoas trans. Há muito tempo elas estão visíveis em todas as esferas da vida cotidiana. Os tailandeses são tranquilos em relação a praticamente tudo.
Os resultados da pesquisa apontaram que, dentre os 12% considerados ALGBT, 5,76% são assexuais, 2,12% são bissexuais, 1,37% são gays, 0,93% são lésbicas, 0,68% são trans e 1,18% são pessoas não-binárias. É importante notar que o levantamento foi feito com base na diversidade sexual e de gênero.
Na China, a idade mínima requerida para o casamento é de 22 anos para homens e 20 para mulheres. No entanto, o número de matrimônios tem diminuído, o que reduziu as taxas de natalidade.
A China impôs uma política de filho único – na qual cada casal podia ter apenas um filho – de 1980 a 2015. Em 2016, a lei passou a permitir até dois filhos e, em 2021, três filhos. Ainda assim, os nascimentos continuaram diminuindo nos últimos cinco anos.
Zôo da China faz casamento de macacos. Cerimônia foi organizada em zoológico da província de Zhejiang. Macaco Wukong, de sete anos, se uniu à fêmea Xiaoya, de seis anos.