Nos Evangelhos, Barrabás é citado apenas por este seu apelido, mas já Orígenes, um escritor cristão do século III, afirma que o seu nome próprio era, curiosamente, Jesus! Por isso, na versão ecuménica da Bíblia, lê-se: “quem quereis que vos solte: Jesus Barrabás, ou Jesus, chamado o Cristo?” (Mt 27, 17).
Por algum tempo, os manuscritos soletram o nome de Barrabás com um "b" dobrado, isso dá razão para supor que esse nome veio do nome Bar Rabba (n) - o filho de um professor. Em grego tardio, manuscritos do Evangelho de Mateus (27. 16-17) foi chamado "Jesus Barrabás".
Yeshua Hamashia significa Jesus o Cristo ( do grego Χριστός (Khristós) ) ou Messias ambas palavras que traduzem UNGIDO. Um termo em aramaico, que era a língua falada por Jesus que deu origem a diversos idiomas falados até hoje.
Portanto, seu primeiro nome significa “Jeová salva”. Já o sobrenome, Barrabás, significa “filho do pai”. Assim, o sentido completo de seu nome, “Jeová salva o filho do pai”, faz referência à Páscoa, na qual Deus salva os filhos primogênitos de Israel a partir da oferta de um cordeiro inocente.
Barrabás era o culpado e merecia muito bem a crucificação. Quando Jesus morreu no lugar de Barrabás, isso significou a permissão de Barrabás para viver. Em relação à Barrabás, a morte de Jesus foi substitutiva, um no lugar do outro.
CHOCANTE: Esta Revelação de Caifás Sobre Jesus Está ASSUSTANDO A TODOS
Qual era o verdadeiro nome de Barrabás?
Nos Evangelhos, Barrabás é citado apenas por este seu apelido, mas já Orígenes, um escritor cristão do século III, afirma que o seu nome próprio era, curiosamente, Jesus! Por isso, na versão ecuménica da Bíblia, lê-se: “quem quereis que vos solte: Jesus Barrabás, ou Jesus, chamado o Cristo?” (Mt 27, 17).
Os romanos crucificaram Jesus, por insistência dos líderes dos judeus. Os judeus estavam debaixo do domínio romano e não tinham direito de executar criminosos. Por isso, levaram Jesus para Pilatos, o governador romano, que podia dar a ordem de execução.
Barrabás, assustado, pôs-se em pranto, e vergado de dor, angústia e espanto, viu-se debaixo do temporal rude e violento, preso às cadeias do arrependimento. Solitário, desceu chorando as pedras do calvário, falando a sós consigo, alarmado e também abatido: “Graças te dou, meu Deus, por haver compreendido!
A cruz naqueles tempos eram sob medida, então, pelo fato de Jesus ter sido escolhido no lugar de Barrabás, Ele foi crucificado na cruz que na verdade pertencia ao criminoso! Levando, então, os soldados a puxarem o braço de Jesus até desloca-lo, porque a cruz era grande demais para nosso Cristo.
Ou seja, o nome de Jesus foi uma revelação divina à Virgem Maria e o significado indicaria toda a sua missão: “Deus salva”. A palavra “Jesus” é a forma latina do grego “Iesous”, que, por sua vez, é a transliteração do hebraico “Jeshua” ou “Joshua” ou “Jehoshua”, cujo significado é “Yahveh é salvação”.
“Com dois versículos de diferença, São Mateus indica dois dos nomes que receberá o Menino nascido da Virgem: porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo de seus pecados… que se chamará Emanuel (Mt 1,21-23)”, assinalou o sacerdote.
Segundo a Bíblia, depois de preso Jesus foi apresentado às autoridades. Pôncio Pilatos, que era o governador da província romana da Judeia, teria então apresentado Jesus para uma assembleia popular — e a condenação teria sido assim, por aclamação.
Pilatos é levado como prisioneiro com ela a Roma para ser julgado, mas toda vez que o imperador vê Pilatos para condená-lo, sua raiva se dissipa. Isso se revela porque Pilatos está vestindo o casaco de Jesus; quando o casaco é removido, o imperador o condena à morte, mas Pilatos comete suicídio primeiro.
Simão de Cirene é tradicionalmente considerado santo nas tradições cristãs orientais, como pela Igreja Ortodoxa Grega, uma vez que seu culto nunca foi oficializado. Particularmente, sua atitude de ajudar o Cristo a levar a cruz gerou inúmeros sermões elogiando sua atitude.
Para o médico Zugibe, Jesus carregou, em seu caminho até o local da execução, apenas a parte horizontal. Ele escreveu que a estaca vertical costumava ser mantida no local das crucificações, fora da cidade. E baseou-se no fato de que a parte horizontal pesava cerca de 22 quilos.
Esqueletos de judeus dessa época mostram que a altura média era de 1,60 m e que a grande maioria deles pesava pouco mais de 50 quilos. A cor da pele é uma estimativa.
O Martirológio Romano, o catálogo dos santos considerados oficiais pelo Vaticano, registra-o como o "santo ladrão, chamado Dimas, segundo a tradição". E o define como aquele "que na cruz professou a fé em Cristo e mereceu ouvir dele estas palavras: 'Hoje estarás comigo no paraíso'".
Lucas 23:18-25 NTLH. Aí toda a multidão começou a gritar: — Mata esse homem! Solta Barrabás para nós! Barrabás tinha sido preso por causa de uma revolta na cidade e por assassinato.
A condenação de Jesus teve lugar, segundo os Evangelhos, numa sexta-feira e o responsável pela sentença foi Pôncio Pilatos, o governador romano na altura.
Historicamente, Jesus Cristo foi um profeta judeu que viveu na Palestina no século I d.C. Durante sua vida, ele trouxe uma mensagem de libertação a Israel, prometendo a formação de um reino de Deus na Terra. Essa mensagem teria o levado a ser crucificado pelos romanos, os dominadores da Palestina na época.
A pergunta pode parecer banal, mas a resposta decerto que o não é. De facto, todos os anos, por ocasião da Páscoa, quando os cristãos evocam liturgicamente a paixão, morte e ressurreição de Jesus de Nazaré, se recorda o que parece ser uma evidência histórica: Cristo foi morto pelos judeus.
Pilatos era o governador romano na Judéia e, entre as suas funções, encontrava-se a de julgar. Não convencido das acusações contra Cristo, encaminhou-o a Herodes, que era governador da Palestina, uma das quatro regiões administrativas (tetrarquias) do Império Romano na região.