Anúbis era um dos deuses presentes no Tribunal de Osíris. Um dos locais que centralizavam o culto a Anúbis no Egito Antigo era a cidade de Saka, que ficava no Alto Egito. Além disso, existiam santuários para Anúbis espalhados por todo o território egípcio.
Anúbis foi o deus dos mortos e da mumificação no Antigo Egito. Por volta de 2000 a.C., foi substituído por Osíris como o principal deus dos mortos. Permaneceu como o protetor dos túmulos e dos cemitérios. Guiava os mortos na vida após a morte e participava do Tribunal de Osíris.
Dono da passagem, Anúbis era o cão que engolia milhões, o mestre dos segredos. Esguio e misterioso, o deus canino é considerado o guia das almas, o deus da mumificação, do embalsamento e da vida após a morte. Segundo a religião, é Anúbis quem protege os mortos e abre caminhos para a calmaria do pós-vida.
Essa ligação fez do chacal um símbolo perfeito para o deus responsável por proteger os mortos. Além disso, sua natureza vigilante e territorial reflete a função de Anubis como guardião das tumbas e guia das almas para o além.
Era considerado guardião da nascente do rio Nilo e sua importância suscitou a criação de nomes teofóricos que o homenageavam, como Quenum-Cufu, "Quenúbis é meu Protetor", o nome completo do faraó Quéops. Mendes era o deus equivalente no Baixo Egito e Quenúbis foi relacionado às divindades Mim e Amom.
MITOLOGIA EGÍPCIA em ORDEM CRONOLÓGICA | HISTÓRIA COMPLETA
Quem era o deus do bem?
Aúra-masda, Ormasde, Ahura Mazda ou Ormuz (persa antigo: 𐎠𐎢𐎼𐎶𐏀𐎭𐎠, latinizado: Ahuramazdā; avesta: 𐬀𐬵𐬎𐬭𐬋 𐬨𐬀𐬰𐬛𐬃, latinizado: Ahurō Mazdā̊) é o princípio ou deus do bem, segundo o zoroastrismo e a mitologia persa. Vive em luta constante contra seu irmão gêmeo, o princípio ou deus do mal conhecido como Arimã.
Tânato ou Tânatos (em grego: Θάνατος, transl.: Thánatos, lit. "morte"), na mitologia grega, era a personificação da morte, enquanto Hades reinava sobre os mortos no mundo inferior. Seu nome é transliterado em latim como Thanatus e seu equivalente na mitologia romana é Mors ou Leto (Letum).
Anúbis era guardião dos mortos, além de um dos animais sagrados do Egito mais conhecidos. Hoje, cientistas acreditam que ele tinha a aparência de uma cabeça negra de lobo, simbolizando o solo fértil do Nilo. O deus ajudava na mumificação dos egípcios falecidos e guiava as almas para o pós-morte.
Na época, Anúbis era o deus dos mortos mais importante, porém durante o Império Médio, Osíris passou a ter a função de deus primordial dos mortos, enquanto que Anúbis tinha funções menores como por exemplo o preparo do corpo e embalsamento dos mortos, além disso era o protetor do processo de mumificação.
Anúbis é um dos deuses egípcios. Ele é uma divindade da mitologia egípcia, antiga religião do Egito. O deus acumula diversas atribuições, como: guiar as almas até o submundo, é embalsamador e assume o papel de deus dos mortos. O nome Anúbis tem origem grega e significa “abridor dos caminhos”.
Muitas pessoas optam por tatuar Anúbis como um símbolo de proteção espiritual, passagem para o além ou até mesmo como uma representação da conexão com a cultura egípcia antiga.
Ele era representado pelos egípcios em forma de chacal ou mais comumente com um corpo humano, mas com a cabeça de um chacal. A cabeça de Anúbis era representada na cor preta, tom que simbolizava a decomposição do corpo na Terra e o seu renascimento em outra dimensão.
Ámon (também Amon ou Amun; em grego clássico: Ἄμμων; romaniz.: Ámmon ou Ἅμμων, Hámmon; em egípcio: Yamānu) foi um deus da mitologia egípcia. Seu nome significa "O oculto", uma vez que originalmente era a personificação dos ventos.
A balança de Anubis simboliza a avaliação das almas e a busca pela verdade e justiça. Na mitologia egípcia, Anubis usava a balança para pesar o coração dos mortos contra a pena da verdade, determinando o destino da alma.
Hades era um dos deuses da mitologia grega, conhecido como o deus do submundo, o lugar para onde vão as almas dos mortos. Era irmão de Zeus e tomou parte na rebelião contra Cronos, o titã que devorava seus filhos. Casou-se com Perséfone, deusa sequestrada e levada para o submundo com ele.
Os deuses do Egito são divindades adoradas na religião egípcia antiga, representando aspectos da natureza, sociedade e espiritualidade. Entre os principais estão Rá (Sol), Osíris (morte e ressurreição), Ísis (magia e maternidade), Anúbis (mumificação), Horus (céu) e Seth (caos).
Segundo o livro funerário egípcio Amduat, que teve cópias encontradas no interior da tumba de faraós, o submundo era dividido em 12 horas e Rá precisava enfrentá-las para no outro dia reaparecer novamente no horizonte. Os egípcios temiam tantos os demônios da noite quanto o insucesso de seu deus.
No processo de sincretismo religioso que liga os orixás aos santos católicos, Omulu é identificado com São Lázaro, o padroeiro dos doentes e necessitados. Em algumas tradições, também é sincretizado com São Roque.
Como o deus mais poderoso de todos, o culto a Zeus era algo importante na religiosidade dos gregos, e a quantidade de santuários e templos construídos para ele era uma demonstração disso. No norte da Grécia, por exemplo, em Dodona mais especificamente, existia um santuário onde ficava um oráculo de Zeus.
Aquiles tem ainda a característica de ser loiro e o mais belo dos heróis reunidos contra Troia, assim como o melhor entre eles. A figura de Aquiles foi sendo moldada por diversos autores num espaço de mil anos, o que explica suas diversas contradições.