A epilepsia é um distúrbio do cérebro que se expressa por crises repetidas. Não se trata de uma doença mental, embora as crises possam ser desencadeadas por estresse e ansiedade.
1º A pessoa com epilepsia é considerada pessoa com deficiência, para todos os efeitos legais. Parágrafo único. O reconhecimento da condição de pessoa com deficiência se dará mediante avaliação biopsicossocial da pessoa com epilepsia, nos termos do § 1º do art.
Os pacientes portadores de epilepsia têm, potencialmente, condições de desenvolver alterações de ordem cognitiva e/ou psíquicas, seja pela multiplicidade de possibilidades de desenvolvimento do foco irritativo cerebral ou proporcional à diversificação de funcionalidade dos grupamentos neuronais.
O paciente com epilepsia não pode ter uma vida normal
E, mesmo quando a cura não é possível, as crises epilépticas podem ser bem controladas com o tratamento adequado. Nesses casos, é possível ter uma vida normal, podendo trabalhar, estudar, dirigir, praticar esportes etc.
Diferença entre convulsão e crise epiléptica | Coluna #134
Quem tem epilepsia pode ficar curado?
A epilepsia como já dissemos, tem cura desde que seja diagnosticada corretamente, seja tratada em tempo, com a medicação apropriada e se esta não der resultado, deverá ser avaliada a possibilidade de cirurgia.
Complicações. As convulsões podem ter consequências graves. As contrações musculares intensas e rápidas podem causar lesões e, até mesmo, fraturas ósseas. A perda súbita da consciência pode causar acidentes e lesões graves provocadas pelas quedas e acidentes.
Nos pacientes com epilepsia isso é fundamental para não ter piora com ansiedade e estresse. O paciente com epilepsia tem mais propensão à depressão e à ansiedade. O ponto mais relevante é assegurar que eles tem que se cuidar mas sem aumentar o nível de estresse deles”, afirmou em entrevista à Agência Brasil.
Luzes Piscantes: Luzes que piscam rapidamente, como luzes estroboscópicas em boates ou festas, são gatilhos comuns para convulsões em pessoas com epilepsia fotossensível.
Na Bíblia encontramos duas descrições de pessoas com epilepsia. Uma está em Marcos 9:14-29 que nos conta o tratamento de um menino que foi trazido por seu pai a Jesus, passagem imortalizada nos célebres quadros de Rafael e Rubens da Transfiguração de Cristo.
A epilepsia aumenta em até três vezes o risco de morte prematura. Esse aumento deve-se a uma série de fatores, incluindo complicações de crises prolongadas, coexistência de doenças associadas e acidentes relacionados às crises (como afogamento, por exemplo).
Qual o valor da aposentadoria para pessoas com epilepsia? O valor da aposentadoria por incapacidade permanente para pessoas com epilepsia corresponde a 60% da média de todos os salários do contribuinte desde 1994, com acréscimo de 2% para cada ano que exceder: 20 anos de contribuição para homens.
No entanto, a crise de epilepsia, ou crise convulsiva, pode ter diferentes sintomas de acordo com sua fase, podendo surgir confusão mental ou irritabilidade, na fase prodrômica que surge dias ou horas antes da crise, ou tontura, sensação de gosto amargo na boca, náuseas ou dor de estômago, que surge na fase de aura ...
Quem tem epilepsia pode desenvolver uma esquizofrenia?
Estima-se que um quarto ou mais dos pacientes com epilepsia apresente psicoses esquizofreniformes, depressão, trans- tornos de personalidade ou alterações da sexualidade (Cantilino e Carvalho, 2001).
Os principais fatores desencadeantes das crises de epilepsia em adultos são: o estresse emocional, mas também condições de desequilíbrio metabólico como a hipoglicemia, hipóxia ou hiponatremia – baixo açúcar no sangue, baixa concentração de oxigênio no sangue e baixo nível de sódio no sangue, respectivamente.
O tratamento para epilepsia é feito com o uso de remédios anticonvulsivantes, como carbamazepina, ácido valproico ou fenitoína, por exemplo, pois ajudam a controlar os impulsos nervosos no cérebro, controlando ou diminuindo a frequência e a intensidade das crises epiléticas.
Qual é o melhor exercício para quem tem epilepsia?
Baixo risco: Caminhada, corrida, atletismo, esportes de luta, esportes coletivos de quadra, dança e esportes de raquete. Médio risco: Ciclismo, ginástica olímpica, hipismo, skate, esqui, natação, canoagem, triathlon, tiro e levantamento de peso.
As causas da epilepsia são diferentes para cada pessoa e algumas pessoas não têm causa identificável. Em outros, é possível rastrear a epilepsia diretamente à genética, ao trauma cerebral, aos distúrbios autoimunes, problemas metabólicos ou às doenças infecciosas.
A epilepsia é mais um sintoma do que a causa da disfunção cerebral e sua característica mais comum é a convulsão. As crises epilépticas podem causar alterações no cérebro, bem como alterações cognitivas e neuropsicológicas. As funções cognitivas mais afetadas pela epilepsia incluem memória, aprendizagem e linguagem.
Quem tem epilepsia deve levar uma vida tão normal quanto possível. Pacientes bem controlados podem e devem estudar, trabalhar, praticar atividade física, casar-se, ter filhos, dirigir... Tudo é possível com o controle da doença por meio da adesão ao tratamento, e, muito importante, acompanhamento médico constante.
Além dos argumentos apresentados pela OMS, deve-se lembrar que epilepsia é um distúrbio do SNC e sua expressão clínica inclui sintomas cognitivos e psiquiátricos em concomitância com crises epilépticas. Como se verá a seguir, pacientes com epilepsia têm risco aumentado para desenvolver transtornos mentais.
Doença neurológica altamente hereditária e sem cura, a epilepsia provoca crises convulsivas, chegando, nos casos mais graves, a 40 ou 50 convulsões por dia, com perda de sentido e queda. As crises não controladas, além de ter impacto na rotina do paciente, são um grave risco de morte súbita e prematura.
Um dos mitos da epilepsia está relacionado com o enrolar da língua no momento da convulsão. Uma das práticas não recomendadas é colocar a mão na boca do indivíduo. “O paciente precisa ser protegido de se machucar, sendo colocado em um local confortável e posicionado de lado.