A China tinha cerca de 800 milhões de pessoas em extrema pobreza em 1978. Ao longo dos anos de política socialista, o país reduziu para 82 milhões o número de pessoas na miséria, em 2013, e para 6 milhões em 2019. Chegando à erradicação da pobreza extrema, no final de 2020.
A pobreza não foi erradicada apenas por esquemas de transferência de renda ou por programas médicos rurais, embora essas sejam opções políticas valiosas: ela foi erradicada por um compromisso socialista de adotar ideias como a dignidade e concretizá-las no mundo.
Esses países incluem Camboja, China, Congo, Honduras, Índia, Indonésia, Marrocos, Sérvia e Vietnã. Destaca-se que a Índia registrou uma redução notável na pobreza, com 415 milhões de pessoas saindo da pobreza em apenas 15 anos (2005/6-19/21).
Já a China manteve o progresso. Em 40 anos, de 1982 a 2022, o número de pessoas abaixo da linha de miséria definida pelo Banco Mundial na China caiu 800 milhões, praticamente sendo erradicada a miséria. De 2019 a 2021, a China registrou menos de 2,5% de população subnutrida, saindo do mapa da fome da FAO.
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Quando a China deixou de ser pobre?
A China tinha cerca de 800 milhões de pessoas em extrema pobreza em 1978. Ao longo dos anos de política socialista, o país reduziu para 82 milhões o número de pessoas na miséria, em 2013, e para 6 milhões em 2019. Chegando à erradicação da pobreza extrema, no final de 2020.
O conceito de extrema pobreza na China são aqueles que sobrevivem com menos de 2,30 dólares por dia e não têm acesso à saúde e educação. A população chinesa em situação de extrema pobreza era de quase 90% em 1978. Essa porcentagem foi diminuindo para algo entre 1 e 2% em 2018, sendo zerada em 2020.
Em um novo relatório, Poverty and Shared Prosperity³ (Pobreza e Prosperidade Compartilhada, em tradução livre), divulgado esse mês, o Banco Mundial aponta que é improvável que o mundo consiga atingir a meta de erradicação da pobreza extrema até 2030.
A Índia é o país com a maior proporção de sua população vivendo abaixo da linha de pobreza internacional, com 12,9% em 2021. O Brasil, por sua vez, é o segundo no ranking, com 5,8% dos habitantes que vivem com menos de US$ 2,15 por dia. A Indonésia ocupava a terceira posição no ranking, com 3,5%.
Apesar de ser o terceiro país com maior extensão territorial do mundo, a China é altamente pobre em recursos naturais, e, apesar de ter cerca de 20% da população mundial (1.400,658,314 habitantes)vivendo dentro de suas fronteiras, o seu papel dentro da economia mundial foi relativamente pequeno por mais de um século.
Vários dos projetos de revitalização do lago foram classificados como voltados à redução da pobreza, por meio do emprego da população da região em iniciativas de reflorestamento, combate à desertificação, controle de erosões, construção, etc.
A longo prazo, os especialistas da ONU preveem que a população da China diminuirá em 109 milhões até 2050, mais que o triplo do declínio de sua previsão anterior em 2019. A população da China com 60 anos ou mais chegou a 296,97 milhões em 2023, cerca de 21,1% de sua população total, acima dos 280,04 milhões em 2022.
O estabelecimento de zonas econômicas incentivou o IED no país. Sua cultura, uma característica histórica, favoreceu o crescimento da China. Tal como o Japão e outros países do Leste Asiático, sua cultura via a educação como um meio de ascensão econômica e social.
Mas o que acontece quando a China não está bem? A segunda maior economia do mundo, onde vivem mais de 1,4 bilhão de pessoas, enfrenta uma série de problemas —incluindo um crescimento lento, uma alta taxa de desemprego entre jovens e um mercado imobiliário em desordem.
O capitalismo de livre mercado é único porque ele sozinho é o sistema que, ao proteger a propriedade privada, recompensa ao máximo a produção de valor econômico. É por isso que o capitalismo é o único sistema que realmente se mostrou capaz de reduzir a pobreza global em grande escala.
Mary é a pessoa mais pobre do mundo, o alter ego de Bill Gates. Ela ficou no primeiro lugar da lista especial realizada pela ONG australiana Fund for Peace, que inclui as 100 pessoas mais pobres, a “Bottom 100”.
Assim, inicialmente, serão descritas as categorias nas quais se enquadram os conceitos de pobreza: pobreza como juízo de valor, pobreza relativa, pobreza absoluta e pobreza relativa/absoluta.
A China, muito pela sua dimensão e população, lidera o ranking dos mais poluentes, com 10.175 Mt CO2 (tonelada métrica de dióxido carbono, medida padrão para quantificar as emissões de CO2), seguida pelos Estados Unidos, com 5.285 Mt CO2 - e que lidera nas emissões per capita -, e pela Índia, com 2.616 Mt CO2.
Em todos os cinco municípios mais pobres a renda média da população está abaixo de R$ 40 por mês. Os habitantes de Matões do Norte (MA), cidade que lidera essa lista, recebem R$ 27,17 por mês. Segunda colocada no ranking, Aroeiras do Itaim (PI) tem renda média de 30,48, seguida por Primeira Cruz (MA), com R$ 34,97.
O Brasil é a maior economia da América Latina. O seu PIB se destaca entre os principais produtores de petróleo da região, porém, nos últimos anos, vem caindo em termos nominais, o que pode ser atribuído em parte a forte desvalorização do Real frente ao Dólar.
O crescimento econômico na China pós-1978, que começou com o desenvolvimento agrícola, foi vital para a redução da pobreza. De fato, Martin Ravallion e Chen Shaohua afirmam que o crescimento econômico no setor agrícola foi o principal fator contribuinte ao aumento da renda dos pobres.
Longe do ideal planificador de Mao Tsé-Tung, a China hoje conta com uma imensa classe média. Variando em uma população que gira em torno dos 100 aos 150 milhões de indivíduos, essa classe intermediária partilha de conquistas comuns como carro, casa, férias e eletro-eletrônicos.